sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Mudança de hábitos

Apostando na força transformadora das ações, Michael Gibbs trouxe ao evento dicas práticas para se obter sucesso na mesa de negociações –ou fora dela 
Disposto a salientar a importância das relações duradouras e honestas, baseadas na busca pela felicidade, Michael Gibbs, CEO do Harvard Negotiation Project, encerrou as palestras do primeiro dia do Fórum HSM Negociação 2013 com muitos alertas e conselhos no sentido da prática de hábitos positivos. “Se você sempre fizer o que sempre fez, sempre obterá o que sempre teve”, observou. 
Gibbs defende que é preciso conhecer o coração das pessoas com quem se vai negociar e apresentou as cinco técnicas para fomentar a colaboração: 
  1. Seja um complemento: ofereça algo que a outra parte não tenha, e que acrescente valor a ela,  como um conhecimento ou um processo.
  2. Escute sempre: isso exigirá, em nossa cultura, deixar o ego um pouco de lado, pois, segundo Gibbs, “quando estamos no ‘modo de ouvir’, as pessoas podem pensar que somos fracos. Mas a negociação não é sobre você”.
  3. Encontre pontos em comum com o interlocutor: para criar afinidade e boa disposição para o acordo.
  4. Torne o bolo maior: é preciso sempre pensar no que fazer para que o acordo seja melhor para todas as partes.
  5. Entregue um valor diferente: se você não é diferente, é commodity, e sempre haverá alguém que venda mais barato. 
Dentre as muitas armadilhas que o palestrante citou como frequentes na negociação, destacam-se algumas cujo alvo são os compradores, como a da suposta escassez (já que há muito poucas condições naturais de escassez hoje), a da relatividade do desconto (aceitar desconto grande sobre item de menor valor na composição do preço) e a da aversão à perda (que tende a ser maior do que o gosto por ganhar).
Fonte: Fórum HSM Negociação 2013

A credibilidade é a arma mais poderosa

Diógenes Lucca

Diógenes Lucca, negociador reformado da Polícia Militar, realizou, negociação a negociação, o sonho de conferir credibilidade ao GATE . 
Diógenes Lucca, o “capitão Lucca”, levou ao palco do Fórum HSM Negociação 2013 seu aprendizado sobre a pressão nas negociações, produto dos sete anos em que esteve à frente do Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE).  
Lucca revelou que, em seus primórdios, o GATE tinha como objetivo a solução dos problemas de qualquer maneira, mesmo que custasse vidas. “’Arma na mão, pé na porta e coração valente’ era nosso lema”, disse o palestrante. Mais tarde, a negociação passou a ser uma alternativa tática.  
Quando se tornou comandante do grupo, porém, viu-se indignado com a fala de um criminoso: “GATE não! GATE é tiro no coco!”. Disposto a mudar essa imagem, estabeleceu uma meta para a equipe: “Vamos trabalhar forte até o dia em que o bandido chamar o GATE para negociar”.  
O sonho de Diógenes só foi realizado sete anos depois, quando um assaltante disse: “Manda o pessoal do GATE subir. O pessoal do GATE é firmeza, a palavra não faz curva”. Assim, Diógenes constatou que a maior arma em uma negociação é a credibilidade.  
Por meio de exemplos de sequestros e rebeliões, Lucca elencou os seguintes ensinamentos:  
  • A negociação é trabalho de equipe; é preciso contar com as pessoas.
  • O conflito é mais comum que a harmonia e o entendimento.
  • Ninguém pode liderar uma negociação se não tiver muitas informações sobre a outra parte.
  • O local da negociação deve ser organizado para que o rapport se estabeleça.
  • É preciso saber ouvir.
  • É preciso saber pensar com a cabeça do outro.
  • Manter o controle e a capacidade de raciocínio é fundamental sob pressão.
  • É possível reconsiderar uma decisão, recuar e pedir desculpas.
  • Cumprir o combinado gera credibilidade.

Fonte:  Fórum HSM Negociação 2013

A força da comunicação - Marca de macarrão italiana sofre boicote por declaração homofóbica de executivo


Um grupo de ativistas gays da Itália lançou uma campanha de boicote contra a marca Barilla, líder mundial em venda de massas. De acordo com reportagem do jornal inglês "Guardian", o presidente da companhia italiana afirmou que só retrataria "famílias tradicionais" em suas propagandas.
O executivo disse que não aceitaria retratar famílias homossexuais e aconselhou aqueles que discordassem de suas afirmações a comprar produtos de outras marcas.
Guido Barilla, da quarta geração da família que controla o grupo, deu as declarações em entrevista que abordava proposta do parlamento italiano para mudar o estereótipo feminino nas campanhas publicitárias.
O chefe do movimento Equality Italia, Aurelio Mancuso, acusou Barilla de ser provocativo em suas afirmações. "Ao aceitar o convite de Barilla de não consumir seus produtos, nós decidimos lançar uma campanha de boicote contra toda a marca", declarou.
Em poucas horas, a hashtag "boicotta-barilla" virou um dos assuntos mais comentados da rede social Twitter. O presidente da marca divulgou nota em que se desculpa por ter eventualmente ofendido alguém com suas declarações e afirmou que apenas tentava chamar atenção para o papel central da mulher na família.
"Peço desculpas caso minhas palavras tenham causado mal entendidos ou ofendido pessoas sensíveis ao assunto", disse.
A entrevista em que as declarações foram feitas abordava medida proposta pela porta-voz da câmara baixa do parlamento italiano, Laura Boldrini, para mudar o estereótipo feminino no país. Barilla respondeu dizendo que Boldrini não compreendia o papel fundamental da mulher para as propagandas.
Ele continuou dizendo que respeitava a todos e se declarava a favor do casamento gay, mas era contra a adoção de crianças por casais homossexuais.

Enquanto isso, a concorrência da Barilla tenta tirar proveito da declaração. A marca Garofalo publicou anúncio (na imagem acima) em que diz "A nós, não importa com quem se faz, o importante é que se faça duro".
A Itália, diferentemente de diversos países europeus, não permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo. União civil entre homossexuais também não é aceita pela legislação.
Fonte: Folha se São Paulo.

Mudanças


Por Alfredo Moreno
Tenho me preocupado muito com a falta de compreensão das pessoas com a necessidade de mudanças. O que mais me preocupa são as pessoas que não querem sair da sua zona de conforto e fazem questão de ficar onde estão. Fala-se em mudança política, mudança social, mudança empresarial, mudança comportamental e não vemos essas mudanças, ouvimos falar, mais a prática muitas vezes não se faz presente. Tenho notado, também, o desanimo nas pessoas de quererem realmente alguma coisa nova em suas carreiras, sua vida. Como não enxergar mudanças nas carreiras, na forma de ver pessoas, mercado, empresa?  Sabemos que o ambiente interno nas empresas precisa estar favorável para o desenvolvimento profissional, criando um clima propício para um trabalho, através de uma comunicação clara e compartilhada com todos. Portanto a mudança não pode ser individual e sim coletiva.
Não fazemos mais parte do culto do EU e sim do culto do NÓS, temos que plantar a semente da humildade para que tenhamos resultados coletivos e não individuais. Trabalhar coletivamente quer dizer compartilhar atividades, tarefas, poder, saber delegar, desenvolver pessoas acreditando na melhoria trabalhada e principalmente aprender a ouvir.
Será que não estamos preparando pessoas para aceitarem o quadro falso que está sendo pintado de forma a não deixar as pessoas visualizarem coisas que realmente façam a diferença?

E você já mudou?

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Uso frequente do Facebook é associado a declínio do bem-estar


Estudo aponta que rede social provoca um declínio em dois componentes do bem-estar: como as pessoas se sentem momento a momento e quão satisfeitas elas estão com suas vidas.

Apesar de muita gente aparentar felicidade em suas postagens na rede social Facebook, um estudo desenvolvido por pesquisadores dos EUA e Europa revela que é provável que elas não sejam tão felizes assim. Isso porque o nível de satisfação e bem-estar diminui conforme aumenta a frequência de postagens.
A pesquisa é assinada pelo psicólogo Ethan Kross e outros oito pesquisadores das universidades de Michigan (EUA) Leuven (Bélgica). Foram ouvidos 82 jovens adultos usuários de smartphones com contas no Facebook, para avaliar o quão bem eles se sentiam enviando cinco postagens por dia durante duas semanas. Também foi analisada a quantidade de acessos de cada um.
"As análises indicam que o uso do Facebook prevê um declínio em dois componentes do bem-estar subjetivo: como as pessoas se sentem momento a momento e quão satisfeitas elas estão com suas vidas", revela o artigo, publicado no jornal científico Plos One. No entanto, os pesquisadores reconhecem que os números são inconclusivos, e a questão do bem-estar pode ter outros fatores.
"O uso do Facebook leva ao declínio do bem-estar porque as pessoas tendem a utilizá-lo quando se sentem mal", sugere. Uma variável que também pode impactar o sentimento de satisfação das pessoas é a percepção de isolamento social (quão sozinha uma pessoa se sente) -- o que, por outro lado, indica que não só o uso frequente do Facebook, como também da Internet de uma maneira geral pode contribuir para a redução da sensação de satisfação e bem-estar.
"A necessidade humana por conexões sociais é bem estabelecida, bem como os benefícios que as pessoas herdam dessas conexões. Superficialmente, o Facebook fornece um inestimável recurso para preencher essa necessidade, permitindo às pessoas se conectarem instantaneamente", considera. "Mais do que melhorar o bem-estar, como as interações suportadas por redes sociais 'offline' fazem de forma poderosa, as recentes descobertas demonstram que a interação pelo Facebook pode provocar resultados opostos em jovens adultos -- pode miná-lo", conclui.
Fonte: Eber Freitas, Administradores.com

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

"Semi-aposentadoria" já é realidade para os brasileiros, diz pesquisa


Ao se aproximar da aposentadoria muitos buscam a redução das horas de trabalho, mas querem continuar ativos e sendo remunerados. O fenômeno, chamado de ‘semi-aposentadoria” já é realidade entre os brasileiros, segundo revela a pesquisa “O futuro da aposentadoria: vida após o trabalho”, realizada pelo HSBC.
De acordo com o levantamento, que ouviu 16 mil pessoas em 15 países (incluindo o Brasil), 29% dos brasileiros entre 55 e 64 anos já estão semi-aposentados e 50% das pessoas de 25 a 34 anos esperam seguir o mesmo caminho no futuro.
“Ao parar de trabalhar na sexta-feira não significa que na segunda-feira você não terá mais a sua experiência e vitalidade. Assim, cada vez mais brasileiros já buscam uma nova ocupação para continuarem na ativa”, diz o diretor do HSBC Brasil, Alfredo Lalia.
MotivaçõesAinda conforme o estudo, as principais motivações da semi-aposentadoria são as seguintes: “eu gosto de trabalhar para continuar com alguma posição”, com 43% das indicações, “eu gostaria de continuar ativo/ manter o cérebro ativo”, 41%, e “eu gostaria de ter uma transição fácil para a minha aposentadoria”, 29%.
Apesar de não estar entre os motivos citados que mais levam à semi-aposentadoria, a necessidade de complementar a renda talvez seja uma explicação. Isso porque a pesquisa aponta que para a maioria dos entrevistados, a renda não só na aposentadoria, como é menor do que esperavam.
No Brasil, apenas 35% ganham o quanto esperavam e 5% ganham mais que o planejado. “A semi-aposentadoria, apesar de já ser realidade no país, também esconde, em parte, o pensamento do brasileiro de que ainda espera poupar e enfrentar a aposentadoria como os pais fizeram no passado”, explica Lalia.
InfoMoney 

terça-feira, 10 de setembro de 2013

"Motivo da espionagem na Petrobrás foi econômico e estratégico", afirma Dilma


A presidenta Dilma Rousseff respondeu em nota emitida nesta segunda-feira (9) às denúncias de que os Estados Unidos espionam a Petrobras. No comunicado, ela afirma que, caso haja uma confirmação das acusações, o motivo "não é a segurança ou o combate ao terrorismo, mas interesses econômicos e estratégicos".
 Nota oficial na íntegra:
"Mais uma vez, vieram a público informações de que estamos sendo alvo de mais uma tentativa de violação de nossas comunicações e de nossos dados pela Agência Nacional de Segurança dos EUA. Inicialmente, as denúncias disseram respeito ao governo, às embaixadas e aos cidadãos – inclusive a essa Presidência. Agora, o alvo das tentativas, segundo as denúncias, é a Petrobras, maior empresa brasileira. Sem dúvida, a Petrobras não representa ameaça à segurança de qualquer país. Representa, sim, um dos maiores ativos de petróleo do mundo e um patrimônio do povo brasileiro.

Assim, se confirmados os fatos veiculados pela imprensa, fica evidenciado que o motivo das tentativas de violação e de espionagem não é a segurança ou o combate ao terrorismo, mas interesses econômicos e estratégicos.

Por isso, o governo brasileiro está empenhado em obter esclarecimentos do governo norte-americano sobre todas as violações eventualmente praticadas, bem como em exigir medidas concretas que afastem em definitivo a possibilidade de espionagem ofensiva aos direitos humanos, a nossa soberania e aos nossos interesses econômicos.

Tais tentativas de violação e espionagem de dados e informações são incompatíveis com a convivência democrática entre países amigos, sendo manifestamente ilegítimas. De nossa parte, tomaremos todas as medidas para proteger o país, o governo e suas empresas.

Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil"

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Curiosidade - ENCONTRADAS PIRÂMIDES GIGANTES NO TRIÂNGULO DAS BERMUDAS

Com o uso de sonar, o oceanógrafo Dr. Meyer Verlag descobriu duas pirâmides de vidro gigantes, a uma profundidade de dois mil metros.
O uso de outros dispositivos permitiram aos cientistas determinar que estes gigantes de vidro são ambos feitos de uma substância cristalinas e são quase 3 vezes maiores do que a pirâmide de Quéops, no Egito.
Dr. Verlag acredita que uma investigação mais aprofundada sobre os segredos destas pirâmides poderia revelar mais informações sobre os casos de desaparecimentos misteriosos associados ao Triângulo das Bermudas.
Em uma conferência de imprensa realizada nas Bahamas, o cientista apresentou um relatório com as coordenadas exatas das pirâmides, e fez notar que a tecnologia para construí-las é desconhecida para a ciência moderna.
Um estudo mais detalhado poderia trazer resultados que são difíceis para nós imaginar. Uma descoberta sobre estas anomalias arquitetônicas subaquáticas poderia trazer uma importância chocante para a humanidade.

Há vários estudiosos ocidentais afirmando que a pirâmide no fundo do mar pode ter sido formada a partir de um terremoto devastador. Outros cientistas argumentam que, em algumas centenas de anos atrás, as águas do Triângulo das Bermudas pode ter estaria conectada a Atlântida e pirâmides no fundo do mar nada mais é do que um armazém desta cidade desaparecida.
Um estudo mais detalhado ao longo do tempo vai dar resultados que são difíceis de imaginar. Cientistas que processaram os primeiros dados e concluíram que a superfície é perfeitamente lisa para que se parecesse com vidro ou de gelo. O tamanho das pirâmides são quase três vezes o tamanho das pirâmides de Quéops.
Imagens de alta resolução mostraram que as pirâmides tridimensionais são perfeitamente lisas e estão livres de detritos, algas ou rachaduras.