quarta-feira, 31 de julho de 2013

Gelo do KFC é 12 vezes mais sujo que água de privada, afirma TV

A denúncia foi feita em uma reportagem da Central China de Televisão (CCTV)

A cadeia de fast food KFC, conhecida por vender frango frito, divulgou um pedido de desculpas no último domingo após uma reportagem da Central China de Televisão (CCTV) denunciar a falta de higiene do gelo servido pela empresa.
Segundo a matéria, testes em amostras de lojas do KFC, McDonald's e da marca chinesa Kung Fu apontaram altos níveis de colônias de bactérias em seus gelos. Para os cubos do KFC, a quantidade de bactérias seria 19 vezes maior que a permitida na China e 12 vezes maior do que a da água de um vaso sanitário.
"Nosso departamento de qualidade inspecionou os restaurantes e orientou os funcionários a imediatamente limpar e esterilizar as máquinas de gelo e outros equipamentos estritamente de acordo com os nossos padrões", afirmou o KFC, em nota.
Com informações da Exame


Você sabe o que as grandes empresas como Google e Apple perguntam na entrevista de emprego?



Como você se sentiria na frente do entrevistador com o tipo de perguntas abaixo? O que você acha de anormal nas perguntas? Será que temos a resposta correta para todas elas? Você como avaliador como responderia essas perguntas?
 
Se lhe dessem uma caixa de lápis, liste dez coisas que você poderia fazer que não fazem parte do seu uso tradicional.
Vaga – assistente administrativo do Google.

Como você testaria um ventilador?
Vaga – engenheiro de software da Microsoft

Como você resolveria os problemas se fosse de marte?
Vaga – gerente de recrutamento da Amazon.

Me diga algo que você fez na sua vida e se orgulha.
Vaga – engenheiro de software da Apple.

Que sinal de trânsito você seria?
Vaga – vendedor associado da Pacific Sunwaer.

Me conte uma piada
Vaga – analista financeiro na JP Morgan Chase.

Por que eu não te contraria?
Vaga – Recrutador no Twitter.

Cite Três pessoas que você não conhece, mas que admira e porquê.
Vaga – gerente na Deloitte.
 
Redação. Administradores

Empregado que fuma perde 20% do tempo de trabalho com o cigarro, afirma especialista

                                                                   noticias.r7.com
Profissionais fumantes desperdiçam cerca de 20% do dia de trabalho com o cigarro de acordo com estimativas de Marcelo Maron, especialista em finanças corporativas e pessoais e diretor executivo do Grupo PAR.
Se para o empregado esse tempo longe da mesa de trabalho pode não ser significativo, para as empresas pode significar o dado que faltava para buscar profissionais que não fumem.
Com o cerco da legislação antifumo, as empresas que têm fumantes em seus quadros de funcionários podem começar a se preocupar com as questões da produtividade desse pessoal. Hoje, com a eliminação dos fumódromos nas empresas, os empregados que fumam precisam ir para a rua ou para ambientes arejados. Dependendo do movimento do prédio comercial e das distâncias envolvidas, além do tempo necessário para fumar um cigarro apenas, o tempo médio dessa atividade não será inferior a 15 minutos de trabalho perdidos para cada cigarro fumado:
“Vamos supor um fumante razoavelmente controlado, que fume apenas seis cigarros durante as 8 horas de trabalho, três pelas manhã e três à tarde. Levando em conta a média de tempo apurada acima, esses seis cigarros vão consumir 90 minutos de um dia de trabalho. Nada menos que uma hora e meia de uma jornada de oito horas se esvai com o vício, o que equivale a quase 20% do horário de trabalho”, alerta Maron.
Custos – De acordo com o especialista em finanças corporativas, um empregado fumante, teoricamente, renderia 20% menos do que outro que não fuma, pois precisará se ausentar do trabalho durante um quinto de sua jornada diária.
“Quanto isto pode custar? Vamos imaginar um empregado com um salário de R$ 3.000,00 por mês. Somando ao salário os benefícios e encargos legais, esta remuneração chega a R$ 5.400,00 por mês. Se o empregado está ausente quase 20% deste tempo para fumar, seu vício custa R$ 1.080,00 por mês para a empresa, ou R$ 12.960,00 por ano. Para uma empresa que tenha 20 fumantes em seu quadro funcional, o custo anual do vício desses empregados atingirá a casa de R$ 259.200,00. É incrível, mas a quantia pode até ser bastante significativa em relação ao resultado do negócio”, assinala Maron.
Para o consultor, esses cálculos, relativamente conservadores, começam a determinar o fato de que muitas empresas estão preterindo fumantes em seus processos seletivos. Além disso, há uma grande pressão para que os fumantes deixem de fumar durante o trabalho.
“Tenho visto isso com frequência cada vez maior. Se há empate entre bagagem acadêmica e experiência, com certeza o fumante terminará eliminado do processo seletivo, embora muitas empresas se neguem a admitir isso”, explica Maron.
Mas há outra conta que joga contra o fumante: o cálculo do uso do plano de saúde. Como as empresas arcam com custos crescentes em relação a esse benefício, contar com muitos fumantes em seus quadros pode ser desastroso:
“Empregados com problemas circulatórios, cardíacos ou até mesmo de câncer elevam de modo considerável os gastos com o plano de saúde, que já é a segunda maior despesa de pessoal das empresas, logo após a folha de pagamento. Nesse sentido, reduzir o número de fumantes no trabalho é um fator de redução do custo do plano de saúde, e as empresas estão caminhando nessa direção”, alerta Maron.
 

terça-feira, 30 de julho de 2013

Até 2017


"Parto com a alma cheia de recordações felizes. Essas, estou certo, se tornarão oração. Neste momento, já começo a sentir saudades. Saudades do Brasil, este povo tão grande e de grande coração, este povo tão amoroso". 

"Saudades do sorriso aberto e sincero que vi em tantas pessoas, saudades do entusiasmo dos voluntários. Saudades da esperança no olhar dos jovens no Hospital São Francisco. Saudades da fé e da alegria em meio à adversidade dos moradores de Varginha. Tenho a certeza de que Cristo vive e está realmente presente no agir de tantos e tantos jovens e demais pessoas que encontrei nesta inesquecível semana. Obrigado pelo acolhimento e o calor da amizade que me foram demonstrados. Também disso começo a sentir saudades", afirmou o pontífice.

 "O Papa vai embora e lhes diz 'até breve', um 'até breve' com saudades, e lhes pede, por favor, que não se esqueçam de rezar por ele. Este Papa precisa da oração de todos vocês. Um abraço para todos. Que Deus lhes abençoe!", concluiu.
Papa Francisco.
Até 2017 com sua benção.. 

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Como vou eu?


Vendo esse artigo publicado em 2006 fico a pensar no seu conteúdo e sua forma de fazer com que pensemos no nosso eu. Leia a seguir o artigo e responda a pergunta - como vou eu?
Existe uma piada sobre os professores de Psicologia.
“O que os professores de Psicologia fazem quando se encontram no corredor?
Perguntam: “Oi, você vai bem, e eu?”.
Tudo bem, a piada não é tão boa, mas, como observou Daniel Gilbert, a sua graça está no fato de que supostamente, as pessoas não deveriam saber como os outros se sentem, mas como elas próprias se sentem. “Como vai você?” é tão familiar quanto “Como vou eu?” é muito estranho. Ainda assim, mesmo que seja muito estranho, há momentos em que as pessoas parecem não conhecer seus sentimentos.
E qual a real importância disso? O fato de que podemos nos enganar. Atribuir equivocadamente uma ansiedade, por exemplo, a uma circunstância momentânea, enquanto o motivo pode ser outro que não queremos encarar.
As nossas experiências emocionais devem servir para nos ajudar a crescer. Não devemos permitir nenhum auto-engano, pois nisso não há solução. A saída é respirar fundo e refletir sobre as causas das nossas atitudes, tanto das ruins quanto das boas. Será possível encontrar mais respostas satisfatórias que nos movem para as mudanças e uma realização maior.
 Material publicado na e-zine do site www.motivaonline.com.br"
 
Motive-se!
Elisângela Machado de Freitas 

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Nike cria chuteiras para o Atlético


A Nike homenageia o Atlético e cria chuteiras personalizadas para os jogadores que as usaram na final da Copa Libertadores da América. Ronaldinho, Jô, Diego Tardelli, Bernard, Rever, Pierre e Guilherme calçarão modelos especiais com seus nomes, data da partida e a assinatura #MOSTRASEUJOGO gravados na parte externa.

Fonte: Mundo do marketing

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Papa diz que Deus é mais forte do que o mal


Trechos da homilia do papa Francisco em Aparecida - 2013
Conservar a esperança. Quantas dificuldades na vida de cada um, no nosso povo, nas nossas comunidades, mas, por maiores que possam parecer, Deus nunca deixa que sejamos submergidos.Frente ao desânimo que poderia aparecer na vida, em quem trabalha na evangelização ou em quem se esforça por vivera fé como pai e mãe de família, quero dizer com força: Tenham sempre no coração esta certeza! Deus caminha a seu lado, nunca lhes deixa desamparados! Nunca percamos a esperança! Nunca deixemos que ela se apague nos nossos corações! O “dragão”, o mal, faz-se presente na nossa história, mas ele não é o mais forte. Deus é o mais forte, e Deus é a nossa esperança! É verdade que hoje, mais ou menos todas as pessoas, e também os nossos jovens, experimentam o fascínio de tantos ídolos que se colocam no lugar de Deus e parecem dar esperança: o dinheiro, o poder, o sucesso, o prazer.
Deixar-se surpreender por Deus. Quem é homem e mulher de esperança – a grande esperança que a fé nos dá – sabe que, mesmo em meio às dificuldades, Deus atua e nos surpreende.
Deus sempre nos reserva o melhor. Mas pede que nos deixemos surpreender pelo seu amor, que acolhamos as suas surpresas. Confiemos em Deus! Longe d’Ele, o vinho da alegria, o vinho da esperança, se esgota. Se nos aproximamos d’Ele, se permanecemos com Ele, aquilo que parece água fria, aquilo que é dificuldade, aquilo que é pecado, se transforma em vinho novo de amizade com Ele.
Viver na alegria. Queridos amigos, se caminhamos na esperança, deixando-nos surpreender pelo vinho novo que Jesus nos oferece, há alegria no nosso coração e não podemos deixar de ser testemunhas dessa alegria. Jesus nos mostrou que a face de Deus é a de um Pai que nos ama. O pecado e a morte foram derrotados. O cristão não pode ser pessimista! Não pode ter uma cara de quem parece num constante estado de luto. Se estivermos verdadeiramente enamorados de Cristo e sentirmos o quanto Ele nos ama, o nosso coração se “incendiará” de tal alegria que contagiará quem estiver ao nosso lado. Como dizia Bento XVI: "O discípulo sabe que sem Cristo não há luz, não há esperança, não há amor, não há futuro” (Discurso inaugural da Conferência de Aparecida [13 de maio de 2007]: Insegnamenti III/1 [2007], 861).
Assim seja.

47 marcas usam a JMJ para catequizar consumidores


A Jornada Mundial da Juventude deve reunir mais de 2 milhões de pessoas em diversas programações no Rio de Janeiro e é uma oportunidade de as marcas estarem em contato com seus públicos. Além dos jovens, muitas famílias devem participar das atividades religiosas e de entretenimento.
 
O evento teve o investimento total de R$ 10 milhões de Bradesco, Estácio, Ferrero, Itaú, Santander, McDonald´s, Nestlé e TAM Viagens e também usou o licenciamento de produtos de diversas categorias para custear sua realização.
 
O apoio de marcas concorrentes - os bancos Itaú, Santander e Bradesco e as indústrias alimentícias Ferrero e Nestlé – mostra que apesar de as empresas terem interesse na divulgação de seus nomes para o grande número de participantes, a maior intenção é destacar valores de solidariedade e união relacionados à jornada como questões pelas quais também prezam, o que inclui uma atitude de fair play. 
 
No caso dos licenciamentos, 39 empresas adquiriram o direito dos símbolos oficiais da JMJ para 300 produtos. “Houve um critério para avaliar se tinham relevância para o evento e para os envolvidos. Os itens têm relação direta com questões religiosas ou com necessidades dos peregrinos, como uma capa de chuva ou uma mochila”, explica Irmã Cátia Cappellari, responsável pelo licenciamento de produtos e pela identidade visual da Jornada Mundial da Juventude, em entrevista ao Mundo do Marketing.
 

Fonte: Mundo do marketing

segunda-feira, 22 de julho de 2013

A execução bem-sucedida

Para ser eficaz, a execução deve incluir o cuidado de selecionar as pessoas certas e o monitoramento do mercado, explica Ram Charan
Durante a segunda parte de sua apresentação, Ram Charan, autoridade mundial em gestão, abordou a conversão da estratégia em ação e resultados superiores. Segundo o especialista, a execução eficaz envolve os seguintes aspectos, que são responsabilidade do líder da empresa:
  1. Tomada de decisões críticas, como as prioridades estratégias (não mais que cinco), o produto a ser trabalhado, os prazos etc.
  2. Disponibilização de recursos, como caixa, que talvez exija a busca de novas fontes e a contratação de pessoas.
  3. Formação de uma equipe em que as pessoas certas estejam nos lugares certos e possam trabalhar bem.
  4. Observação dos consumidores, para identificar mudanças de hábitos.
  5. Observação da concorrência, para saber quem ela é, onde está e como age.
  6. Acompanhamento da execução da estratégia por meio de marcos ou metas de desempenho.
Charan enfatizou a importância da equipe, com base em exemplos de Sam Walton, líder do Walmart, e de Steve Jobs, da Apple. Ambos adotaram como prática a reunião constante com os funcionários para com eles trocar informações sobre produtos, serviços e o mercado. Walton reunia-se diariamente por uma hora com a equipe e Jobs fazia reuniões de quatro horas semanalmente.
Fonte:Hsm

Mantendo os pés no chão

Falta ainda entendimento sobre o que significa e o que requer a estratégia, daí porque há tantas estratégias mal concebidas no mercado
“A estratégia é uma combinação coerente de diretrizes e ações destinadas a superar um desafio de alto risco”, declarou Richard Rumelt, professor da University of California em Los Angeles, durante sua palestra no Fórum HSM Estratégia 2013.
Entre os exemplos de boa estratégia, está o do site eHarmony, responsável por cerca de 2% dos casamentos nos Estados Unidos. O processo exige tanto dos clientes (inclui um questionário de 250 perguntas) que somente quem está de fato levando a sério a ideia de casar chega até o final. Dessa maneira, aumenta a probabilidade de os relacionamentos darem certo.
A boa estratégia tem um cerne lógico que constitui seu núcleo:
  1. Um diagnóstico, que explica a natureza do desafio e simplifica a complexidade.
  2. Uma diretriz norteadora, que é a abordagem de superação dos obstáculos apontados no diagnóstico.
  3. Ações coerentes: passos para realizar a estratégia.
Em sua visão, uma estratégia excelente inclui as principais etapas para sua consecução, para que as pessoas da empresa saibam o que fazer. “E elas têm de ser viáveis, do contrário não se trata de estratégia, mas de um salto no abismo.”
Para o palestrante, estratégias ruins, não raro, decorrem da falta de entendimento de o que é uma estratégia, bem como de pensamento mágico (em vez de lógico) e uso de modelos equivocados (do tipo “complete as lacunas”).
Fonte: Hsm

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Primeiro dia de aula


Primeiro dia de aula, o professor de 'Introdução ao Direito' entrou na sala e a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila: 
- Qual é o seu nome? 
- Chamo-me Nelson, Senhor. 
- Saia de minha aula e não volte nunca mais! - gritou o desagradável professor. 
Nelson estava desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala. 
Todos estavam assustados e indignados, porém ninguém falou nada. 
- Agora sim! - vamos começar . 
- Para que servem as leis? Perguntou o professor - Seguiam assustados ainda os alunos, porém pouco a pouco começaram a responder à sua pergunta: 
- Para que haja uma ordem em nossa sociedade. 
- Não! - respondia o professor. 
- Para cumpri-las. 
- Não! 
- Para que as pessoas erradas paguem por seus atos. 
- Não!
- Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?! 
- Para que haja justiça - falou timidamente uma garota. 
- Até que enfim! É isso, para que haja justiça. 
E agora, para que serve a justiça? 
Todos começaram a ficar incomodados pela atitude tão grosseira. 
Porém, seguíamos respondendo: 
- Para salvaguardar os direitos humanos...
- Bem, que mais? - perguntava o professor . 
- Para diferençar o certo do errado, para premiar a quem faz o bem...
- Ok, não está mal porém respondam a esta pergunta: 
"Agi corretamente ao expulsar Nelson da sala de aula?"
Todos ficaram calados, ninguém respondia. 
- Quero uma resposta decidida e unânime! 
- Não! - responderam todos a uma só voz. 
- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça? 
- Sim!
- E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las? Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos. Não voltem a ficar calados, nunca mais! Vá buscar o Nelson - Disse. Afinal, ele é o professor, eu sou aluno de outro período.

Aprenda: Quando não defendemos nossos direitos, perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia.

Fonte: Facebook

Regras para a vida e o trabalho


  1. Apareça. (Mostre a cara)
  2. Preste atenção.
  3. Faça perguntas.
  4. Peça ajuda antes de precisar dela.
  5. Ajude os outros. Você não terá sucesso porque eles fracassam.
  6. 'Eu não posso' é sinônimo de 'Eu não quero'.
  7. Você não precisa 'gostar' de alguma coisa para fazê-la bem-feita.
  8. A curiosidade geralmente ganha da inteligência.
  9. O problema não é o problema. Como você encara o problema – esse é o problema.
  10. Nem pense em desistir!
Adaptado de Carpe Diem
(fonte: Crescimento Pessoal & Motivação® - Ano II - nº 52 – 2/2)

terça-feira, 16 de julho de 2013

Os desafios do administrador Papa Francisco



Convicções religiosas à parte, ser papa vai além de cuidar da fé de um povo. Estar à frente da Igreja Católica Apostólica Romana é também administrar uma grande organização, que, ao mesmo tempo em que precisa manter suas tradições “organizacionais”, tem de se renovar para enfrentar os novos contextos pelos quais, ao longo de séculos, vem tendo de se adequar.
Para o papa Francisco, que assumiu o trono em um momento conturbado para a Igreja, que vinha sofrendo uma crise de imagem devido a denúncias de corrupção e pedofilia, esse desafio acaba se tornando ainda maior. Além de ser um líder cuja origem não está nos círculos que tradicionalmente elegeram os mais altos cargos da instituição, precisa governar sob um regime atípico, dividindo – mesmo que apenas simbolicamente – seu posto com o antecessor, Bento XVI, que renunciou.
“O papado de Francisco teve início em um momento crucial na história da Igreja Católica Romana (ICAR) em suas relações com a sociedade que a cerca. São muitas as questões que demandam a atenção do novo papa. Um primeiro desafio diz respeito a como a igreja vai lidar com o mundo ao seu redor, a perda de fiéis e de credibilidade por causa de tantos escândalos recentes, e os caminhos para achar uma voz que comunique com o mundo”, afirma o professor Rodrigo Franklin de Sousa, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião.
O professor afirma ainda que, internamente, Francisco “precisará renovar a administração do Vaticano, buscando maior transparência, ética e um melhor funcionamento de sua máquina burocrática. As recentes reformulações no Código Penal do Vaticano podem ser vistas como um passo concreto nessa direção. Mas ainda são muitas as questões a ser enfrentadas”.

Visita ao Brasil será termômetro

Para Rodrigo Franklin, a visita do papa Francisco ao Brasil será um termômetro importante. “Quando o Papa Francisco chegar ao Brasil para a Jornada Mundial da Juventude, desembarcará em um país recentemente mobilizado por manifestações que foram desencadeadas por um amplo processo de transformação da sociedade brasileira, sua cultura, suas tradições políticas e ideológicas. A visita do papa ao Brasil permitirá aferir qual a situação da ICAR perante a sociedade brasileira e indicará que possíveis rumos essa relação tomará no futuro”, complementa.
Redação, www.administradores.com

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Anderson Silva


Por Alfredo Moreno
Até quando aprenderemos que não somos os melhores em tudo? Que não somos mais que os outros? O nosso lutador Anderson Silva não tem que demonstrar ser o melhor e sim mais inteligente. Não se zomba do menor, do mais fraco, do mais tímido, do menos valente, do menos visto, do menos preparado.  A estratégia a ser usada contra o oponente só terá resultado positivo se tiver foco, concentração  e saber trabalhar o psicológico de quem queremos atingir abalando emocionalmente o oponente atingindo seu autocontrole. Os objetivos traçados pelas empresas são direcionados ao sucesso, com isso as estratégias a serem definidas dever ser diversificadas, flexíveis a cada mudança do mercado. Se um vendedor colocar a mesma estratégia para todos seus clientes não chegará a lugar nenhum e nem tão pouco atingirá seus objetivos por não conhecer o perfil dos seus clientes. Na vida das empresas existem riscos que são corridos e que fazem parte dos negócios. Quando escolhemos alguém para difundir nossa empresa, estamos apostando que o risco corrido é mínimo por escolhermos a pessoa que se identifica com nossos produtos ou serviços. A luta do Anderson Silva nos traz um caso de marketing diferente por termos que analisar sua conduta e não sua derrota. Até que ponto sua prepotência foi benéfica pra ele e seus patrocinadores? Só o tempo dirá. Por outro lado podemos pensar como uma estratégia de marketing pensando numa revanche. Será?

terça-feira, 9 de julho de 2013

Veja o que o nosso Ariano Suassuna falou a respeito do forró atual.


‘Tem rapariga aí? Se tem, levante a mão!’. A maioria, as moças, levanta a mão. Diante de uma platéia de milhares de pessoas, quase todas muito jovens, pelo menos um terço de adolescentes, o vocalista da banda que se diz de forró utiliza uma de suas palavras prediletas (dele só não, e todas as bandas do gênero). As outras são ‘gaia’, ‘cabaré’, e bebida em geral, com ênfase na cachaça. Esta cena aconteceu no ano passado, numa das cidades de destaque do agreste (mas se repete em qualquer uma onde estas bandas se apresentam). Nos anos 70, e provavelmente ainda nos anos 80, o vocalista teria dificuldades em deixar a cidade.
Pra uma matéria que escrevi no São João passado baixei algumas músicas bem representativas destas bandas. Não vou nem citar letras, porque este jornal é visto por leitores virtuais de família. Mas me arrisco a dizer alguns títulos, vamos lá: Calcinha no chão (Caviar com Rapadura), Zé Priquito (Duquinha), Fiel à putaria (Felipão Forró Moral), Chefe do puteiro (Aviões do forró), Mulher roleira (Saia Rodada), Mulher roleira a resposta (Forró Real), Chico Rola (Bonde do Forró), Banho de língua (Solteirões do Forró), Vou dá-lhe de cano de ferro (Forró Chacal), Dinheiro na mão, calcinha no chão (Saia Rodada), Sou viciado em putaria (Ferro na Boneca), Abre as pernas e dê uma sentadinha (Gaviões do forró), Tapa na cara, puxão no cabelo (Swing do forró). Esta é uma pequeníssima lista do repertório das bandas.
Porém o culpado desta ‘desculhambação’ não é culpa exatamente das bandas, ou dos empresários que as financiam, já que na grande parte delas, cantores, músicos e bailarinos são meros empregados do cara que investe no grupo. O buraco é mais embaixo. E aí faço um paralelo com o turbo folk, um subgênero musical que surgiu na antiga Iugoslávia, quando o país estava esfacelando- se. Dilacerado por guerras étnicas, em pleno governo do tresloucado Slobodan Milosevic surgiu o turbo folk, mistura de pop, com música regional sérvia e oriental. As estrelas da turbo folk vestiam-se como se vestem as vocalistas das bandas de ‘forró’, parafraseando Luiz Gonzaga, as blusas terminavam muito cedo, as saias e shortes começavam muito tarde. Numa entrevista ao jornal inglês The Guardian, o diretor do Centro de Estudos alternativos de Belgrado. Milan Nikolic, afirmou, em 2003, que o regime Milosevic incentivou uma música que destruiu o bom-gosto e relevou o primitivismo estético. Pior, o glamour, a facilidade estética, pegou em cheio uma juventude que perdeu a crença nos políticos, nos valores morais de uma sociedade dominada pela máfia, que, por sua vez, dominava o governo.
Aqui o que se autodenomina ‘forró estilizado’ continua de vento em popa. Tomou o lugar do forró autêntico nos principais arraiais juninos do Nordeste. Sem falso moralismo, nem elitismo, um fenômeno lamentável, e merecedor de maior atenção. Quando um vocalista de uma banda de música popular, em plena praça pública, de uma grande cidade, com presença de autoridades competentes (e suas respectivas patroas) pergunta se tem ‘rapariga na platéia’, alguma coisa está fora de ordem. Quando canta uma canção (canção?!!!) que tem como tema uma transa de uma moça com dois rapazes (ao mesmo tempo), e o refrão é ‘É vou dá-lhe de cano de ferro/e toma cano de ferro!’, alguma coisa está muito doente. Sem esquecer que uma juventude cuja cabeça é feita por tal tipo de música é a que vai tomar as rédeas do poder daqui a alguns poucos anos.

Ariano Suassuna

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Tempo de mudanças; tempo de oportunidades


Somos a geração da transição. Nascemos num mundo, vivemos em outro e provavelmente morreremos num planeta bem diferente do que conhecemos. Basta lembrarmos que, há menos de uma década, consumíamos conteúdo que meia dúzia de pessoas das emissoras de TV decidiam por nós. Hoje, na internet, decidimos o que queremos, na hora que desejamos e quantas vezes quisermos. Além disso, comentamos, criticamos, aplaudimos e compartilhamos o conteúdo para os nossos amigos, o que nos tornou oeditor chefe das informações que circulam pela WEB.

Pra você ter ideia, hoje no Brasil já existem mais de 5 Milhões de residências que não possuem um aparelho sequer de TV, pois foram substituídos por computadores, tablets e ou smartphones. Se considerarmos uma média de 3 pessoas por residência, projetamos cerca de 15 milhões de pessoas, ou seja, 7,5% da população brasileira que não são impactados pela TV. Essa tendência cresce brutalmente e por isso estimo que nos próximos 5 anos esse percentual seja superior a 30%.

Um outro indício que não pode ser ignorado é a debandada da gigante holandesa Philips do setor de fabricação de TVs, depois de enormes prejuízos nos últimos 4 anos vendendo aparelhos de TV. Mas não é por acaso: somente em 2012 foram vendidos no Brasil um novo computador a cada 2 minutos, um tablet a cada 8 minutos e um smatphone a cada 1 minuto e meio. Em outras palavras, mais de 40 milhões de aparelhos conectáveis à internet contra apenas 10 milhões de novas TVs vendidas no mesmo período. 

O resultado disso é que atualmente mais de 50% das pessoas que assistem TV estão simultaneamente digitando num computador, tablet ou smartphone. Esse novo hábito impacta profundamente no nível de dispersão do consumidor enquanto assiste TV, diminuindo drasticamente a influência televisiva e de suas mensagens publicitárias sobre a população. Em pouco tempo, os principais clientes das agências de publicidade vão retirar grande parte de seus investimentos que atualmente fazem na TV, o que poderá provocar uma grande crise no setor, gerando muitas demissões. 

Que outro artista da TV fez mais sucesso recentemente do que o Fábio Porchat e sua trupe tem feito no YouTube? Que outro programa de TV alcança 16 milhões de pessoas em média por semana como a do Geração de Valor tem alcançado no Facebook? 

Estamos em tempo de mudanças. Quem não perceber vai ficar pra trás. Isso significa uma enorme oportunidade para os que desejam encontrar o seu espaço, lançar novos empreendimentos e se lançarem em novos mercados. Como alguém já disse, em tempos de mudanças, enquanto uns choram outros vendem lenços.
Por: Flávio Augusto
Fonte:Administradores.com.br.

terça-feira, 2 de julho de 2013

As 12 características dos otimistas



  1. Otimistas raramente são surpreendidos por problemas
  2. Otimistas acreditam que controlam seu futuro
  3. Eles usam a imaginação e visualizam seu sucesso
  4. Eles aceitam o que não pode ser mudado
  5. Eles acreditam que têm uma capacidade quase ilimitada de adaptação
  6. Veem a si mesmos como solucionadores de problemas
  7. Procuram sempre múltiplas opções
  8. Procuram antecipar problemas
  9. Procuram encontrar fatos positivos quando acontecem coisas negativas
  10. Evitam fofocas e falsidade
  11. Monitoram e eliminam automaticamente pensamentos negativos
  12. Evitam tirar conclusões apressadas e fazer generalizações abrangentes demais
Dr. Alan Loy McGinnis, The Power of Optimism
(Fonte: Crescimento Pessoal & Motivação®)