terça-feira, 25 de junho de 2013

Candidatos apontam as melhores e as piores perguntas feitas em entrevistas de emprego

 
Um levantamento realizado pela Curriculum, site de recolocação profissional, com 2.500 candidatos mostrou quais são as melhores e as piores perguntas feitas pelos selecionadores no momento da entrevista de emprego.
 
Segundo Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum, é sempre difícil falar sobre si mesmo, ainda mais num momento em que as suas características e, principalmente, aquilo que você fala podem ser decisivos para a sua contratação ou não.
 
"Por isso, os candidatos tendem a gostar menos desse tipo de pergunta. Questionar sobre as ambições e a visão de futuro sempre garantem mais conforto aos avaliados”, analisa.
 

Melhores perguntas

1 - Fale-me um pouco mais da sua última experiência
2 - Quais são suas habilidades?
3 - Quais suas expectativas em assumir este novo desafio?
4 - Por que devemos contratar você?
5 - Como você se imagina daqui a cinco anos?

Piores perguntas

1 - Você corre o risco de chegar atrasado (pelo local onde mora)?
2 - Vai aceitar ganhar menos que no outro emprego?
3 - Fale-me sobre três defeitos seus
4 - Fale-me sobre três qualidades suas
5 - Por que você saiu do outro emprego?

(Com informações da Curriculum)
 

terça-feira, 18 de junho de 2013

BAR CRIA “COPO OFFLINE” QUE IMPEDE O USO DE CELULARES MESA

O COPO, QUE POSSUI A BASE RECORTADA, PRECISA ESTAR ENCAIXADO EM UM APARELHO CELULAR PARA NÃO CAIR.
Provavelmente você já deve ter vivido uma cena como essa. Você decide ir a um bar com amigos e, na maior parte do tempo, as pessoas preferem usar o smartphone a conversar. Em tempos de redes sociais, um bar em São Paulo parece ter encontrado uma solução bem humorada para inibir o uso dos aparelhos no momento em que as pessoas deveriam estar conversando.
O COPO, QUE POSSUI A BASE RECORTADA, PRECISA ESTAR ENCAIXADO NO APARELHO CELULAR PARA NÃO CAIR. Foto reprodução: Youtobe.
Com a agência Fischer&Friends, o bar Salve Jorge criou o “Copo Offline”, que para não cair, precisa estar encaixado em um aparelho celular. “A gente começou a reparar que as pessoas ficavam muito tempo usando os seus celulares e não conversavam”, afirma um dos proprietários, Fábio Salomão. Para receber o copo offline, bastará o cliente pedir a um dos garçons.
“É uma brincadeira. A ideia é 'chamar' o amigo de volta pra mesa e não deixar que ele fique o tempo todo no Facebook ou no Twitter. É um beliscão para as pessoas acordarem para o mundo real e retomarem o olho no olho”.
Fonte: Época Negócios

“Vem pra rua”, campanha da Fiat para a Copa, sai do ar

A Fiat vai tirar do ar no próximo sábado (22/06) a campanha “Vem pra rua”, pensada para a abertura da Copa das Confederações. Em boa hora. Justo quando a montadora esperava que brasileiros estivessem animados com futebol, paulistas e tantos outros de fato foram às ruas – não para torcer pela seleção, mas para protestar contra problemas sociais.
A empresa soltou uma nota oficial na noite desta terça (17/06) para avisar que a campanha sairá de toda a mídia nos próximos dias, “conforme programação original”.
Oficialmente, não há relação entre o fim do “Vem pra rua” e o uso da campanha pelo público para ilustrar os protestos. A Fiat garante que ela seria encerrada com ou sem paródias e piadas ligadas às manifestações. “A Fiat elaborou a campanha ‘Vem pra rua’ com foco único e exclusivo na Copa e na alegria e paixão que o futebol desperta nos brasileiros”, diz o comunicado.
Mas é fato, segundo ouvi de um funcionário da montadora, que o resultado não foi muito bem recebido pelos executivos que pensaram a campanha.
Não é nada agradável para o marketing da empresa ver a música composta por Falcão, do Rappa, usada como trilha sonora de policiais atacando manifestantes, gente correndo de bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha voando em repórteres.
A Fiat não teria como prever. Mas talvez seja prudente, até o fim da Copa, evitar as ruas.
Fonte: Época Negócios

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Estratégia e rituais

“Um monte de pequenas coisas” constroem o sucesso do empreendimento de Alexandre Tadeu Costa, que dedica cuidado especial às pessoas
Alexandre Tadeu Costa, fundador da rede de lojas de chocolate Cacau Show, subiu ao palco do  Fórum HSM Estratégia 2013 para falar de estratégia e execução por meio de pessoas, com equilíbrio entre razão e emoção.
A história da Cacau Show começa com uma crise: ele tinha vendido ovos de páscoa que o fornecedor não produziria. Para não deixar de atender os clientes, teve, então, de produzi-los por si e, assim, passou a ser fabricante de chocolates. Percebeu, então, que havia espaço no mercado para produtos de qualidade superior a preços acessíveis, e seguiu essa trilha.
Hoje, a Cacau Show é a maior franquia de lojas de chocolate do mundo: são 5.000 pessoas na operação e o faturamento, entre indústria e varejo, é de US$ 1.8 bilhões. O modelo de negócios inclui a verticalização por meio de três fazendas de cacau, cujo objetivo também é aprofundar o conhecimento sobre essa matéria-prima que vem se sofisticando.
Além do foco em produto, os pilares da empresa são a distribuição e as pessoas. Costa recordou que, antes de ser uma rede de franquias, a Cacau show foi pioneira na venda de chocolates por catálogo, uma ideia de sua mãe.
Em relação às pessoas, ele deseja que sejam felizes no trabalho e, por isso, adota práticas e rituais que as aproximem e reforcem seu envolvimento com a companhia, como o momento do presidente com os aniversariantes do mês, o almoço de Sexta-feira Santa (quando ele cozinha para todos), e a montagem da árvore de Natal. “Gente tem de ser tratada como gente, e não como ‘cumpridores de budget’”, declarou o empreendedor.
Fonte: HSM

Pare pra pensar


Por Alfredo Moreno
Você já parou pra pensar no que o cliente diz a respeito da sua empresa? Dos seus produtos? Dos seus serviços? Fica bem explicito nas pesquisas com clientes que é mais importante o que dizem do que a própria marca diz. Quando passamos a estudar o comportamento do cliente, vemos que a empresa como um todo tem que estar sintonizada. Quando passamos a analisar o mercado em primeira instância esta o pensamento do cliente. Quando falamos em inovação, mídias sociais, sustentabilidade, têm que envolver o consumidor. A felicidade de vender esta na de comprar com sabedoria e conhecimento.
Já parou pra pensar?

terça-feira, 11 de junho de 2013

Os 10 Mandamentos da Liderança

  1. Dedique-se aos seus objetivos.
  2. Compartilhe prêmios.
  3. Energize seus colegas.
  4. Comunique tudo o que sabe.
  5. Valorize as contribuições da sua equipe.
  6. Celebre seus sucessos.
  7. Escute a todos.
  8. Entregue mais do que o prometido.
  9. Trabalhe de forma mais inteligente.
  10. Trace seu próprio caminho.
Sam Walton, fundador do Wal Mart
Dica Liderança

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Beleza ajuda na hora de vender?


Por Raúl Candeloro
Outro dia li um artigo muito interessante, onde Sean Salter, professor da Middle Tennessee State University, citava as conclusões de um estudo que fez sobre a influência que a beleza tem sobre os resultados dos vendedores.

O professor Salter escolheu corretores de imóveis como os profissionais de vendas a serem estudados e pediu para que 1000 pessoas escolhidas aleatoriamente avaliassem a ‘beleza’ de 400 corretores que participaram do estudo. Ou seja, todo corretor/a acabou com uma nota para sua ‘beleza’ que era a média das notas dadas pelas 1000 pessoas avaliando.

Salter descobriu vários fatos interessantes. Muitos deles estão diretamente ligados ao mercado imobiliário norte-americano, mas o que mais me chamou a atenção tem implicações universais:

- Numa escala de 0 a 10 (sendo zero muito feio e 10 lindo), para cada ponto a mais de beleza, um corretor ou corretora consegue em média US$ 8.467 a mais pelo mesmo imóvel sendo vendido.

Ou seja, vendedores e vendedoras bonitos parecem levar uma boa vantagem na hora de negociar. Interessante, não? E com certeza um belo assunto para debate.

Por outro lado, o mesmo estudo mostra que as pessoas menos atraentes parecem esforçar-se bem mais.

Pessoas de beleza média ou baixa fazem 11 vendas por ano a mais do que os belos, o que parece mostrar que os bonitos conseguem cobrar mais, mas trabalham menos (será por acomodação?).

Significa também que os normais têm que fazer mais força ou ter melhor técnica em Vendas para equilibrar o jogo com os vendedores e vendedoras mais atraentes.

E você, o que acha? Beleza influencia na hora de vender?

terça-feira, 4 de junho de 2013

Para refletir

 
“Você não pode ficar esperando que a vontade apareça. Você nunca vai atingir seus objetivos se deixar isso acontecer. Sua mente precisa entender que ela precisa arregaçar as mangas e trabalhar”.  Pearl S. Buck

Os 7 princípios da mudança sustentável

 
David Ulrich apresentou sete princípios que, aplicados constantemente, geram valor sustentável para as organizações
Segundo David Ulrich, professor da University of Michigan, a liderança eficaz exige sustentar as mudanças que os líderes sabem que precisam fazer, mas não fazem.
Sete princípios colaboram para essa sustentabilidade.
  1. Simplicidade: focar poucos comportamentos de alto impacto sobre o que se está tentando melhorar e manter o foco.
  2. Tempo: fazer com que a agenda do líder reflita os comportamentos desejados, pois é por eles que será julgado.
  3. Responsabilidade: “Quando você tenta mudar, a mudança tem de ser sua”, diz Ulrich, que aconselha: “Fale o que você quer realizar, na primeira pessoa, para que as pessoas se tornem aliadas”.
  4. Recursos: coaching, o treinamento e outras práticas de RH criam parte da infra-estrutura da sustentabilidade da mudança. Se a mudança não for apoiada na estrutura de RH, não se sustentará.
  5. Medidas: comportamentos e resultados têm de ser acompanhados. “Se os líderes não medem isso, não veem as consequências de seus atos”.
  6. Melhoria: o compromisso com o aprendizado e o aperfeiçoamento tem de ser constante. “O erro é bom. Quem nunca cometeu um erro no trabalho, nunca se forçou além de seu nível de competência”, questionou o palestrante.
  7. Emoção: sentir paixão pelas mudanças que precisam ser feitas.

Planejamento para o sucesso e a felicidade

 
Professor reflete sobre o que é uma vida boa para um membro de família empresária.
 
Embora considere difícil definir felicidade, John Davis aborda o tema levando em conta as escolhas dos herdeiros da empresa familiar. Para o palestrante, é preciso ponderar se será possível construir a vida que se deseja considerando o sistema da empresa familiar, que consiste nas esferas da propriedade, da família e do negócio.
Para iniciar a reflexão, Davis relatou o caso de um herdeiro que se tornou sucessor aos 22 anos porque o pai morrera. Contudo, nessa época, ele estudava violino, e a música clássica era sua maior paixão. Resignado, assumiu os negócios da família. Conta-se que levou o violino para o escritório e, nos primeiros anos, quando se chateava, ia para o canto da sala que tinha sido de seu pai e tocava. Com o tempo, passou a tocar cada vez menos, até que parou. Abriu mão de seu sonho sem nunca ter amado a função que lhe foi atribuída, nem se queixado.
Davis questiona: “Teria sido melhor para ele dizer que faria outra coisa de sua vida? Qual é o certo: atender necessidades dos outros ou as próprias? O que é uma vida boa?”. Não há resposta certa para tais indagações. O professor apenas comenta: “Uma das coisas mais tristes que vejo é gente de talento não levando adiante sua paixão”.
 

Sabem onde está o segredo dos americanos?


 
 
São somente dez premissas muito simples:
· Você não pode criar prosperidade desalentando a iniciativa individual;
· Você não pode fortalecer o fraco, debilitando o forte;
· Você não pode ajudar aos pequenos, esmagando os grandes;
· Você não pode ajudar o pobre, destruindo o rico;
· Você não pode elevar o assalariado, pressionando a quem paga o salário.

. Você não pode resolver seus problemas enquanto gaste mais do que ganha;
· Você não pode promover a fraternidade da humanidade, admitindo e incitando o ódio de  classes;
· Você não pode garantir uma adequada segurança com dinheiro emprestado;
· Você não pode formar o caráter e o valor de um homem cortando-lhe sua independência (liberdade) e iniciativa;
· Você não pode ajudar aos homens realizando por eles permanentemente o que eles podem e devem fazer por si mesmos.
 
Decálogo De Abraham Lincoln