segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Mais um ano - 2014

 
A todos que estiveram comigo no ano que termina, desejo um Natal com muita PAZ e um Ano Novo com muita SAÚDE e REALIZAÇÕES.
Que procuremos melhorar em tudo que fizemos nesse ano e que tenhamos consciência que sempre o mais difícil esta por vir. Vamos analisar o que se passou e nos prepararmos para situações novas.
Tive um ano de experiências novas e isso me trouxe mais conhecimento, mais segurança e consciência que devo melhorar cada dia o que faço. Não foi fácil, mas as coisas boas são as difíceis e isso só nos faz crescer cada vez mais. Aos que estiveram junto a mim o meu muito obrigado, a minha família meus agradecimentos por tudo e aos amigos que continuemos cada vez mais unidos.
Que DEUS ilumine a todos nós.
Alfredo Moreno

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

HISTÓRIAS QUE PROVAM: O SUCESSO VEM COM DERROTAS

                                                                     
Andrea Bocelli
Antes de se tornar tenor, Andrea Bocelli se apresentava em bares da cidade de Pisa, na Itália. O dinheiro que ganhava à noite garantia não só o pagamento das aulas de canto, mas também da faculdade de direito que ele cursava.
Depois de se formar, em 1987, e trabalhar durante um ano como advogado, Bocelli optou pela música como carreira definitivamente. Ele começou a ter aulas de canto com o maestro Luciano Bettarini e passou a se dedicar ao canto em tempo integral.
Tanto trabalho teve retorno. Quatro anos depois de iniciar suas lições com Bettarini, quando já tinha 33 anos, a voz do cantor chegou aos ouvidos de Luciano Pavarotti. O experiente cantor se tornou "padrinho" da carreira de Bocelli.
Fonte: Época Negócios - GETTY IMAGES

HISTÓRIAS QUE PROVAM: O SUCESSO VEM COM DERROTAS



Não é sempre que o sucesso vem fácil. Na maior parte das vezes, ele só dá as caras depois de muito esforço e muitas tentativas fracassadas. A regra é bem ilustrada por uma frase de Wiston Churchill: "o sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder entusiasmo". Veja, a seguir, a história de Oprah Winfrey que se deu bem na vida - mas não sem antes passar por bons bocados.
Oprah Winfrey
A maior apresentadora da televisão americana chegou a ser demitida de uma emissora no início de sua carreira. No começo da década de 1980, Oprah trabalhava como âncora de um jornal do canal WJZ-TV, a TV local da cidade de Baltimore, do estado de Maryland. Segundo seu chefe, ela se deixava envolver demais nas histórias que contava em seu programa e, por isso, foi mandada embora.
Poucos anos depois, em 1986, seu talk show, o Oprah Winfrey Show, começava a ser exibido em cadeia nacional. O programa foi renovado até à 25ª temporada e rendeu à apresentadora muitos prêmios de reconhecimento, inclusive sua primeira aparição na lista da revista Time de pessoas mais influentes do mundo. Além desta, Oprah passou a figurar também em outro importante ranking: o dos mais ricos do mundo. Segundo a revista Forbes, o patrimônio da americana é de US$ 1,4 bilhão.
Fonte: Época Negócios

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Tigre recolhe materiais de merchandising dos PDVS


Materiais são encaminhados para centros de reciclagem nas cidades onde a Tigre tem unidades fabris. Valor arrecadado é destinado para iniciativas sociais

Por Luisa Medeiros, do Mundo do Marketing

 
A Tigre inicia um programa de logística reversa de materiais de merchandising expostos nas lojas de materiais de construção. A equipe de promotores da marca ficou responsável por recolher cartazes, faixas de gôndola, testeiras, displays de balcão e outros itens de plástico e papel. Os materiais são encaminhados para centros de reciclagem nas cidades onde a Tigre tem unidades fabris: Camaçari (BA), Joinville (SC) e Rio Claro (SP). O valor arrecadado com esse processo está sendo destinado aos projetos sociais do Instituto Carlos Roberto Hansen (ICRH), mantido pela Tigre, que investe em iniciativas voltadas para crianças e adolescentes, nas áreas de educação, cultura, esporte e saúde.
 

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Brahma fatura com as classes populares


O aumento do poder de compra dos brasileiro das classes C e D nos últimos anos atraiu a atenção das empresas. Hoje, esse público representa mais de 95 milhões de pessoas dispostas a comprar novos produtos e ter novas experiências de consumo. Mas se engana quem pensa que para atingir esse consumidor basta lançar produtos mais baratos. Os brasileiros das classes C e D exigem qualidade e estão dispostos a pagar por isso. Além de disponibilizar bons itens a preços acessíveis, as empresas têm de atender as necessidades desses consumidores.
Pensando em atingir essa massa, a Ambev instalou um quiosque da Brahma na estação de trem Central do Brasil, no centro do Rio de Janeiro. Segundo a própria empresa, esse é o local onde mais se vende chope por metro quadrado em todo o mundo. Em relação à média de bares da marca em todo o país, o local registra o dobro de vendas. A localização privilegiada, em um ponto onde passam cerca de 600 mil pessoas por dia, aliada à qualidade e à tradição da marca ajudam a explicar o sucesso do Quiosque Chopp Brahma na estação de trem.
Texto extraído do livro Administração: teoria e prática no contexto brasileiro.(2013).
Felipe sobral e Alketa Peci.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Que tal motivar?


Por: Alfredo Moreno
      Abuse desses itens:    
  1. Elabore campanhas de incentivo e acompanhe o resultado das metas traçadas.
  2. 14º salário, prêmios, participação nos lucros, geram resultado positivo. 
  3. Se diferencie tornando o horário flexível.
  4. Salas bem iluminadas, chá, cafezinho, mobília adequada ao ambiente, estacionamento e outros, geram maior produtividade.
  5. Envolva seus funcionários para participarem de determinadas decisões.
  6.  O salário tem que ser adequado a função com comparativo de mercado.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Quase metade dos bilionários brasileiros não tem diploma universitário



Um estudo do Banco UBS, em parceria com a Wealth X, traçou o perfil do bilionário no Brasil. Atualmente, os 50 mais ricos do País somam, juntos, uma fortuna estimada em US$ 259 bilhões (ou cerca de R$ 599,94 bilhões, segundo a cotação da última sexta-feira do Banco Central).
Contudo, para aqueles que acham que conquistar um diploma universitário é o primeiro passo para fazer parte desta seleta lista, aí vai um “balde d’água”: quase a metade, ou 46%, não tem formação acadêmica.
Ainda, 90% deles são do sexo masculino e a idade média é de 64 anos. Em relação à fonte de riqueza dos bilionários brasileiros, 38% conquistaram a fortuna pelos próprios esforços. Já 32% acumularam o dinheiro a partir de uma herança e 30% apenas o herdaram. Já o setor em que há mais bilionários é o de finanças, em bancos e investimentos.
Na comparação com o ano passado, o Brasil aumentou um indivíduo na lista, mas diminuiu em -13,7% a fortuna total, passando de US$ 300 para US$ 259. Segundo o estudo, o empresário Eike Batista foi o recordista de perdas no período.
InfoMoney

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

8 maneiras de vencer


O professor Philip Kotler, maior autoridade mundial em marketing, defende marcas fortes e explica como ter sucesso
“O Brasil precisa ter mais multinacionais de origem brasileira que sejam inovadoras, tenham custo baixo de produção e qualidade superior”, afirmou Philip Kotler, da Kellog School of Management, encerrando o ciclo de palestras da HSM ExpoManagement 2013 com o tema do crescimento. Segundo o professor, aqueles que criarem uma marca forte terão o mundo a seus pés. 
Ao longo de sua apresentação, Kotler detalhou as “oito maneiras de vencer”: 
  1. Amplie sua participação de mercado. Por exemplo, ofereça preços melhores, aperfeiçoe a distribuição, melhore o atendimento, inove ou alie-se a concorrentes.
  2. Crie clientes e stakeholders engajados. “Quem realmente gosta de sua marca? Lembre-se que a escassez não é de produtos e serviços, e sim de novos consumidores”, alertou. 
  3. Melhore a força de sua marca. Marcas fortes podem cobrar mais por seus produtos, entrar em mais canais de distribuição ou colocar seu nome em mais novos itens.
  4. Inove em produtos, serviços e experiências. “Gosto muito da afirmação de Peter Drucker de que uma empresa tem duas –e apenas duas– funções básicas: marketing e inovação. Elas produzem resultados; o resto são custos”, recordou. 
  5. Cresça expandindo-se internacionalmente. Produtos desenvolvidos em um país, como bolsas Gucci ou canetas Mont Blanc, vêm sendo recebidos com entusiasmo no mundo inteiro.  
  6. Faça aquisições, fusões e alianças. Michael Porter estuda empresas que optaram por esse caminho, e o risco é que a estratégia se dissipe, em vez de criar valor para os acionistas. Assim, é preciso analisar os motivos subjacentes a uma compra ou fusão. 
  7. Construa uma extraordinária reputação de responsabilidade socioambiental empresarial. Em um futuro breve, não haverá mais espaço para empresas que não atuem com base em princípios éticos. 
  8. Faça parcerias com governos e ONGs. “O governo pode contribuir imensamente para melhorar o desempenho do setor privado, investindo em infraestrutura, defesa, educação, segurança e saúde, emergências e direção.” 
Antes de ser homenageado pelos 25 anos de trocas com a HSM, Kotler concluiu sua apresentação com um importante alerta: “Se, daqui a cinco anos, você estiver no mesmo ramo em que está hoje, seu negócio não existirá mais”.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Comércio online atingiu R$ 28 bilhões anuais no Brasil, aponta Fecomércio RJ

imagem - ecommercenews.com.br -

A Federação do Comércio do Rio de Janeiro (Fecomércio RJ) acaba de apresentar o Mapa Estratégico do Comércio, um dos mais completos estudos já realizados sobre o setor no País. O relatório, executado em parceria com a FGV, traz um diagnóstico minucioso sobre o desempenho do comércio nos últimos 10 anos, apontando as diretrizes e ações para o seu aperfeiçoamento no período 2014 - 2020.

Entre suas diversas revelações, o documento da Fecomércio RJ aponta que o comércio eletrônico experimentou crescimento vertiginoso, especialmente nos últimos quatro anos, quando saltou de um patamar de R$ 8,2 bilhões em receitas, no exercício de 2008, para nada menos que R$ 28 bilhões, apurados no ano passado.

Na avaliação do relatório, no entanto, este crescimento expressivo é apenas um dos indícios do forte potencial do comércio online nos próximos anos, à medida que novas parcelas da população tenham acesso à Internet e que o próprio setor de varejo intensifique os seus processos de adoção da tecnologia.

O Mapa Estratégico assinala que embora tenha crescido em 115% a penetração da Internet no País, na comparação com 2003, o índice das pessoas com acesso ainda representa apenas 56% da população. Com isto, pontua o documento, pode-se esperar uma participação ainda maior das vendas online nas receitas totais do comércio que, em 2011, atingiram o patamar de R$ 2,5 trilhões, incluindo-se os negócios eletrônicos e os realizados nas lojas.

Entre os nichos comerciais com presença marcante na Internet, o segmento de eletrodomésticos desponta como o campeão em desempenho, respondendo por 15% das vendas online no varejo. Em seguida aparecem as áreas de informática (12%) e de Eletrônicos (8%). As vendas de Saúde & Beleza e Moda & Acessórios respondem, cada uma, por 7% dos negócios, enquanto outros 51% se distribuem por demais segmentos, como bebidas, construção, papelaria, livros etc.
Fonte: Varejista

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Red Bull é processada em U$ 85 milhões por morte de homem

Red Bull enfrentará um processo nos Estados Unidos nesta semana, devido a morte de um nova-iorquino em 2011. Cory Terry, 33, faleceu após beber uma lata do energético durante um jogo de basquete. Os familiares culpam o Red Bull pelo ataque cardíaco de Terry e estão processando a empresa em 85 milhões de dólares.
O advogado da família, Ilya Novofastovsky, afirmou que o energético possui “estimulantes extras que o tornam muito diferente de um café”. O processo aponta a relação entre o Red Bull e outras fatalidades ao redor do mundo. Segundo um estudo da FDA (US Food and Drug Administration), órgão que atua como agência de vigilância sanitária dos Estados Unidos, a bebida já foi ligada a 18 mortes e 13 mil visitas a hospitais.
De acordo com uma matéria da Time, a Red Bull se recusou a comentar o caso, afirmando apenas que a empresas já vendeu mais 35 bilhões de latas em 165 países, por que as autoridades julgaram a bebida própria para consumo.
Redação, Administradores.com

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Oktoberfest 2013


Por: Alfredo Moreno
Foram 451.523 oktoberfesteiros que marcaram presença na maior festa alemã brasileira. Um número 23% menor do que o público registrado na edição de 2012, apesar disso, o número de ingressos vendidos foi de 275.062, um aumento de 18% em relação à edição anterior. Essa elevação no índice de compra aconteceu mesmo havendo dois dias a mais de gratuidade na edição de 2013, além dos já tradicionais 1º e último dia, que têm catraca livre. Oktoberfest é uma festa onde idosos, jovens e crianças se misturam ao "mundo da alegria e diversão",  com a participação das famílias. O desfile apresentou um mix cores e um bloco de coreografias maravilhosas.
Não comentaremos os números e sim a festa. Muito organizada, com muita alegria e muito o que olhar, principalmente as pessoas do lugar com costumes e comportamentos diferentes.
O que mais me chamou atenção não foi a beleza do lugar, pois já conhecia, mas a semelhança no atendimento ao cliente. Pode-se dizer que precisa melhorar muito. Uma festa considerada a maior festa alemã brasileira e não ter pessoas preparadas para simplesmente servir um chopp é amadorismo demais.

Cada experiência que tenho, fico pensando na Copa do Mundo e no nosso processo de melhoria. Teremos realmente condições de mudar? Até quando teremos que enfrentar filas, caras feias, arrogâncias, para comprarmos?

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Como melhorar sua vida


Doutrinas, credos, manifestos, leis, declarações, códigos de ética. Desde que teve condição de comunicar-se, o ser humano juntou palavras para viver em comunidade. Mas o mundo continua cheio de problemas.

Agora pegue estas palavras: honestidade, destreza, ambição, fé, educação, caridade, responsabilidade, valor. O mais provável é que os 6 bilhões de habitantes da Terra não queiram fazer os esforços necessários para viver de acordo com elas.

Mas pense o quanto sua vida poderia melhorar se apenas uma pessoa vivesse assim – você.

Anúncio da United Technologies Corporation.

(fonte: Crescimento Pessoal & Motivação®)

Lojas Americanas é multada por trabalho escravo


Rede varejista terá que pagar multa de R$ 250 mil e será obrigada a exigir de seus fornecedores comprovação de que possuem todos os colaboradores contratados regularmente.

A Lojas Americanas terá que pagar uma multa de R$ 250 mil como parte do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) divulgado nesta quarta-feira, dia 2, pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). A empresa também precisará a partir de agora fiscalizar os seus fornecedores para coibir a ocorrência de trabalho análogo à escravidão. No início do ano, foram descobertos cinco bolivianos que trabalhavam em condições precárias dentro de uma oficina de costura que fornecia para a rede.

O flagrante aconteceu no município de Americana, em São Paulo. De acordo com o comunicado feito pelo MPT, a companhia terá de "verificar se a empresa contratada é constituída como pessoa jurídica e se os seus empregados estão devidamente registrados em carteira de trabalho, mediante vistorias e solicitação de documentos". De acordo com a denúncia, os bolivianos produziam para a empresa HippyChick Moda Infantil Ltda, que tinha como única cliente a rede varejista. A oficina de costura funcionava de forma clandestina nos fundos de uma casa, situada em área residencial. Procurada pelo Mundo do Marketing, a Lojas Americanas informou que não se pronunciaria sobre o caso.

Por Bruno Garcia, do Mundo do Marketing

Walmart terá de pagar R$ 22,3 milhões por dano moral coletivo


O MPT (Ministério Público do Trabalho) determinou que o Walmart pague indenização de R$ 22,3 milhões por dano moral coletivo devido à pratica de discriminação e assédio moral contra funcionários, ex-empregados e promotores de vendas.
As irregularidades ocorreram nos estabelecimentos da rede no Distrito Federal, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo. A empresa também é acusada de terceirização ilícita e de fraudes no sistema de ponto de seus empregados.
O desembarcador do processo, Mário Macedo Fernandes Caron, considerou grave as faltas da empresa, como expor o trabalhador a jornada excessiva que põe em risco sua saúde e compromete o convívio familiar e social, além de  praticar o assédio moral que prejudica a autoestima dos profissionais. “Limitar o atendimento de necessidades fisiológicas do trabalhador expõe a risco sua integridade física. A terceirização ilícita expõe o trabalhador a precarização de seus direitos”, acrescentou.
Além disso, a Justiça proibiu que o supermercado de submeter os funcionários à obrigação de cantar ou dançar hino motivacional em suas dependências, de exigir permissão para idas ao banheiro, além de acabar com a terceirização de atividade-fim e com a subordinação direta dos promotores de vendas a chefias do supermercado.
InfoMoney

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Mudança de hábitos

Apostando na força transformadora das ações, Michael Gibbs trouxe ao evento dicas práticas para se obter sucesso na mesa de negociações –ou fora dela 
Disposto a salientar a importância das relações duradouras e honestas, baseadas na busca pela felicidade, Michael Gibbs, CEO do Harvard Negotiation Project, encerrou as palestras do primeiro dia do Fórum HSM Negociação 2013 com muitos alertas e conselhos no sentido da prática de hábitos positivos. “Se você sempre fizer o que sempre fez, sempre obterá o que sempre teve”, observou. 
Gibbs defende que é preciso conhecer o coração das pessoas com quem se vai negociar e apresentou as cinco técnicas para fomentar a colaboração: 
  1. Seja um complemento: ofereça algo que a outra parte não tenha, e que acrescente valor a ela,  como um conhecimento ou um processo.
  2. Escute sempre: isso exigirá, em nossa cultura, deixar o ego um pouco de lado, pois, segundo Gibbs, “quando estamos no ‘modo de ouvir’, as pessoas podem pensar que somos fracos. Mas a negociação não é sobre você”.
  3. Encontre pontos em comum com o interlocutor: para criar afinidade e boa disposição para o acordo.
  4. Torne o bolo maior: é preciso sempre pensar no que fazer para que o acordo seja melhor para todas as partes.
  5. Entregue um valor diferente: se você não é diferente, é commodity, e sempre haverá alguém que venda mais barato. 
Dentre as muitas armadilhas que o palestrante citou como frequentes na negociação, destacam-se algumas cujo alvo são os compradores, como a da suposta escassez (já que há muito poucas condições naturais de escassez hoje), a da relatividade do desconto (aceitar desconto grande sobre item de menor valor na composição do preço) e a da aversão à perda (que tende a ser maior do que o gosto por ganhar).
Fonte: Fórum HSM Negociação 2013

A credibilidade é a arma mais poderosa

Diógenes Lucca

Diógenes Lucca, negociador reformado da Polícia Militar, realizou, negociação a negociação, o sonho de conferir credibilidade ao GATE . 
Diógenes Lucca, o “capitão Lucca”, levou ao palco do Fórum HSM Negociação 2013 seu aprendizado sobre a pressão nas negociações, produto dos sete anos em que esteve à frente do Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE).  
Lucca revelou que, em seus primórdios, o GATE tinha como objetivo a solução dos problemas de qualquer maneira, mesmo que custasse vidas. “’Arma na mão, pé na porta e coração valente’ era nosso lema”, disse o palestrante. Mais tarde, a negociação passou a ser uma alternativa tática.  
Quando se tornou comandante do grupo, porém, viu-se indignado com a fala de um criminoso: “GATE não! GATE é tiro no coco!”. Disposto a mudar essa imagem, estabeleceu uma meta para a equipe: “Vamos trabalhar forte até o dia em que o bandido chamar o GATE para negociar”.  
O sonho de Diógenes só foi realizado sete anos depois, quando um assaltante disse: “Manda o pessoal do GATE subir. O pessoal do GATE é firmeza, a palavra não faz curva”. Assim, Diógenes constatou que a maior arma em uma negociação é a credibilidade.  
Por meio de exemplos de sequestros e rebeliões, Lucca elencou os seguintes ensinamentos:  
  • A negociação é trabalho de equipe; é preciso contar com as pessoas.
  • O conflito é mais comum que a harmonia e o entendimento.
  • Ninguém pode liderar uma negociação se não tiver muitas informações sobre a outra parte.
  • O local da negociação deve ser organizado para que o rapport se estabeleça.
  • É preciso saber ouvir.
  • É preciso saber pensar com a cabeça do outro.
  • Manter o controle e a capacidade de raciocínio é fundamental sob pressão.
  • É possível reconsiderar uma decisão, recuar e pedir desculpas.
  • Cumprir o combinado gera credibilidade.

Fonte:  Fórum HSM Negociação 2013

A força da comunicação - Marca de macarrão italiana sofre boicote por declaração homofóbica de executivo


Um grupo de ativistas gays da Itália lançou uma campanha de boicote contra a marca Barilla, líder mundial em venda de massas. De acordo com reportagem do jornal inglês "Guardian", o presidente da companhia italiana afirmou que só retrataria "famílias tradicionais" em suas propagandas.
O executivo disse que não aceitaria retratar famílias homossexuais e aconselhou aqueles que discordassem de suas afirmações a comprar produtos de outras marcas.
Guido Barilla, da quarta geração da família que controla o grupo, deu as declarações em entrevista que abordava proposta do parlamento italiano para mudar o estereótipo feminino nas campanhas publicitárias.
O chefe do movimento Equality Italia, Aurelio Mancuso, acusou Barilla de ser provocativo em suas afirmações. "Ao aceitar o convite de Barilla de não consumir seus produtos, nós decidimos lançar uma campanha de boicote contra toda a marca", declarou.
Em poucas horas, a hashtag "boicotta-barilla" virou um dos assuntos mais comentados da rede social Twitter. O presidente da marca divulgou nota em que se desculpa por ter eventualmente ofendido alguém com suas declarações e afirmou que apenas tentava chamar atenção para o papel central da mulher na família.
"Peço desculpas caso minhas palavras tenham causado mal entendidos ou ofendido pessoas sensíveis ao assunto", disse.
A entrevista em que as declarações foram feitas abordava medida proposta pela porta-voz da câmara baixa do parlamento italiano, Laura Boldrini, para mudar o estereótipo feminino no país. Barilla respondeu dizendo que Boldrini não compreendia o papel fundamental da mulher para as propagandas.
Ele continuou dizendo que respeitava a todos e se declarava a favor do casamento gay, mas era contra a adoção de crianças por casais homossexuais.

Enquanto isso, a concorrência da Barilla tenta tirar proveito da declaração. A marca Garofalo publicou anúncio (na imagem acima) em que diz "A nós, não importa com quem se faz, o importante é que se faça duro".
A Itália, diferentemente de diversos países europeus, não permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo. União civil entre homossexuais também não é aceita pela legislação.
Fonte: Folha se São Paulo.

Mudanças


Por Alfredo Moreno
Tenho me preocupado muito com a falta de compreensão das pessoas com a necessidade de mudanças. O que mais me preocupa são as pessoas que não querem sair da sua zona de conforto e fazem questão de ficar onde estão. Fala-se em mudança política, mudança social, mudança empresarial, mudança comportamental e não vemos essas mudanças, ouvimos falar, mais a prática muitas vezes não se faz presente. Tenho notado, também, o desanimo nas pessoas de quererem realmente alguma coisa nova em suas carreiras, sua vida. Como não enxergar mudanças nas carreiras, na forma de ver pessoas, mercado, empresa?  Sabemos que o ambiente interno nas empresas precisa estar favorável para o desenvolvimento profissional, criando um clima propício para um trabalho, através de uma comunicação clara e compartilhada com todos. Portanto a mudança não pode ser individual e sim coletiva.
Não fazemos mais parte do culto do EU e sim do culto do NÓS, temos que plantar a semente da humildade para que tenhamos resultados coletivos e não individuais. Trabalhar coletivamente quer dizer compartilhar atividades, tarefas, poder, saber delegar, desenvolver pessoas acreditando na melhoria trabalhada e principalmente aprender a ouvir.
Será que não estamos preparando pessoas para aceitarem o quadro falso que está sendo pintado de forma a não deixar as pessoas visualizarem coisas que realmente façam a diferença?

E você já mudou?

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Uso frequente do Facebook é associado a declínio do bem-estar


Estudo aponta que rede social provoca um declínio em dois componentes do bem-estar: como as pessoas se sentem momento a momento e quão satisfeitas elas estão com suas vidas.

Apesar de muita gente aparentar felicidade em suas postagens na rede social Facebook, um estudo desenvolvido por pesquisadores dos EUA e Europa revela que é provável que elas não sejam tão felizes assim. Isso porque o nível de satisfação e bem-estar diminui conforme aumenta a frequência de postagens.
A pesquisa é assinada pelo psicólogo Ethan Kross e outros oito pesquisadores das universidades de Michigan (EUA) Leuven (Bélgica). Foram ouvidos 82 jovens adultos usuários de smartphones com contas no Facebook, para avaliar o quão bem eles se sentiam enviando cinco postagens por dia durante duas semanas. Também foi analisada a quantidade de acessos de cada um.
"As análises indicam que o uso do Facebook prevê um declínio em dois componentes do bem-estar subjetivo: como as pessoas se sentem momento a momento e quão satisfeitas elas estão com suas vidas", revela o artigo, publicado no jornal científico Plos One. No entanto, os pesquisadores reconhecem que os números são inconclusivos, e a questão do bem-estar pode ter outros fatores.
"O uso do Facebook leva ao declínio do bem-estar porque as pessoas tendem a utilizá-lo quando se sentem mal", sugere. Uma variável que também pode impactar o sentimento de satisfação das pessoas é a percepção de isolamento social (quão sozinha uma pessoa se sente) -- o que, por outro lado, indica que não só o uso frequente do Facebook, como também da Internet de uma maneira geral pode contribuir para a redução da sensação de satisfação e bem-estar.
"A necessidade humana por conexões sociais é bem estabelecida, bem como os benefícios que as pessoas herdam dessas conexões. Superficialmente, o Facebook fornece um inestimável recurso para preencher essa necessidade, permitindo às pessoas se conectarem instantaneamente", considera. "Mais do que melhorar o bem-estar, como as interações suportadas por redes sociais 'offline' fazem de forma poderosa, as recentes descobertas demonstram que a interação pelo Facebook pode provocar resultados opostos em jovens adultos -- pode miná-lo", conclui.
Fonte: Eber Freitas, Administradores.com

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

"Semi-aposentadoria" já é realidade para os brasileiros, diz pesquisa


Ao se aproximar da aposentadoria muitos buscam a redução das horas de trabalho, mas querem continuar ativos e sendo remunerados. O fenômeno, chamado de ‘semi-aposentadoria” já é realidade entre os brasileiros, segundo revela a pesquisa “O futuro da aposentadoria: vida após o trabalho”, realizada pelo HSBC.
De acordo com o levantamento, que ouviu 16 mil pessoas em 15 países (incluindo o Brasil), 29% dos brasileiros entre 55 e 64 anos já estão semi-aposentados e 50% das pessoas de 25 a 34 anos esperam seguir o mesmo caminho no futuro.
“Ao parar de trabalhar na sexta-feira não significa que na segunda-feira você não terá mais a sua experiência e vitalidade. Assim, cada vez mais brasileiros já buscam uma nova ocupação para continuarem na ativa”, diz o diretor do HSBC Brasil, Alfredo Lalia.
MotivaçõesAinda conforme o estudo, as principais motivações da semi-aposentadoria são as seguintes: “eu gosto de trabalhar para continuar com alguma posição”, com 43% das indicações, “eu gostaria de continuar ativo/ manter o cérebro ativo”, 41%, e “eu gostaria de ter uma transição fácil para a minha aposentadoria”, 29%.
Apesar de não estar entre os motivos citados que mais levam à semi-aposentadoria, a necessidade de complementar a renda talvez seja uma explicação. Isso porque a pesquisa aponta que para a maioria dos entrevistados, a renda não só na aposentadoria, como é menor do que esperavam.
No Brasil, apenas 35% ganham o quanto esperavam e 5% ganham mais que o planejado. “A semi-aposentadoria, apesar de já ser realidade no país, também esconde, em parte, o pensamento do brasileiro de que ainda espera poupar e enfrentar a aposentadoria como os pais fizeram no passado”, explica Lalia.
InfoMoney 

terça-feira, 10 de setembro de 2013

"Motivo da espionagem na Petrobrás foi econômico e estratégico", afirma Dilma


A presidenta Dilma Rousseff respondeu em nota emitida nesta segunda-feira (9) às denúncias de que os Estados Unidos espionam a Petrobras. No comunicado, ela afirma que, caso haja uma confirmação das acusações, o motivo "não é a segurança ou o combate ao terrorismo, mas interesses econômicos e estratégicos".
 Nota oficial na íntegra:
"Mais uma vez, vieram a público informações de que estamos sendo alvo de mais uma tentativa de violação de nossas comunicações e de nossos dados pela Agência Nacional de Segurança dos EUA. Inicialmente, as denúncias disseram respeito ao governo, às embaixadas e aos cidadãos – inclusive a essa Presidência. Agora, o alvo das tentativas, segundo as denúncias, é a Petrobras, maior empresa brasileira. Sem dúvida, a Petrobras não representa ameaça à segurança de qualquer país. Representa, sim, um dos maiores ativos de petróleo do mundo e um patrimônio do povo brasileiro.

Assim, se confirmados os fatos veiculados pela imprensa, fica evidenciado que o motivo das tentativas de violação e de espionagem não é a segurança ou o combate ao terrorismo, mas interesses econômicos e estratégicos.

Por isso, o governo brasileiro está empenhado em obter esclarecimentos do governo norte-americano sobre todas as violações eventualmente praticadas, bem como em exigir medidas concretas que afastem em definitivo a possibilidade de espionagem ofensiva aos direitos humanos, a nossa soberania e aos nossos interesses econômicos.

Tais tentativas de violação e espionagem de dados e informações são incompatíveis com a convivência democrática entre países amigos, sendo manifestamente ilegítimas. De nossa parte, tomaremos todas as medidas para proteger o país, o governo e suas empresas.

Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil"

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Curiosidade - ENCONTRADAS PIRÂMIDES GIGANTES NO TRIÂNGULO DAS BERMUDAS

Com o uso de sonar, o oceanógrafo Dr. Meyer Verlag descobriu duas pirâmides de vidro gigantes, a uma profundidade de dois mil metros.
O uso de outros dispositivos permitiram aos cientistas determinar que estes gigantes de vidro são ambos feitos de uma substância cristalinas e são quase 3 vezes maiores do que a pirâmide de Quéops, no Egito.
Dr. Verlag acredita que uma investigação mais aprofundada sobre os segredos destas pirâmides poderia revelar mais informações sobre os casos de desaparecimentos misteriosos associados ao Triângulo das Bermudas.
Em uma conferência de imprensa realizada nas Bahamas, o cientista apresentou um relatório com as coordenadas exatas das pirâmides, e fez notar que a tecnologia para construí-las é desconhecida para a ciência moderna.
Um estudo mais detalhado poderia trazer resultados que são difíceis para nós imaginar. Uma descoberta sobre estas anomalias arquitetônicas subaquáticas poderia trazer uma importância chocante para a humanidade.

Há vários estudiosos ocidentais afirmando que a pirâmide no fundo do mar pode ter sido formada a partir de um terremoto devastador. Outros cientistas argumentam que, em algumas centenas de anos atrás, as águas do Triângulo das Bermudas pode ter estaria conectada a Atlântida e pirâmides no fundo do mar nada mais é do que um armazém desta cidade desaparecida.
Um estudo mais detalhado ao longo do tempo vai dar resultados que são difíceis de imaginar. Cientistas que processaram os primeiros dados e concluíram que a superfície é perfeitamente lisa para que se parecesse com vidro ou de gelo. O tamanho das pirâmides são quase três vezes o tamanho das pirâmides de Quéops.
Imagens de alta resolução mostraram que as pirâmides tridimensionais são perfeitamente lisas e estão livres de detritos, algas ou rachaduras.


sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Há que se ter um porquê


Por: Joey Reiman                                                                                                                   O propósito move pessoas e mantém as companhias vivas e saudáveis no longo prazo, alerta Joey Reiman, que aposta num futuro melhor 
Joey Reiman acredita que vivemos a época mais empolgante do mundo dos negócios, porque, agora, as empresa são consideradas parte de cada projeto humano. Otimista e alegre, o fundador da Brighthouse compartilhou com o auditório do Fórum HSM Inovação & Competitividade 2013 a importância de vivermos segundo nosso propósito. 
Reiman descobriu a importância do “propósito” com a ajuda de um religioso indiano, quando internado após acidente na Itália, aos 20 anos. Aprendeu sobre o poder das ideias e dos hábitos que transformam o caráter e o destino – é a “ideação”. Livrou-se da perda dos movimentos do braço, e retomou esse poder quando já não via sentido em sua atividade de publicitário, por mais sucesso que tenha conquistado. 
O palestrante demonstrou que empresas que perseguem uma ideia maior do que as demais lucram mais no longo prazo. “Essas são as empresas que investem em ser, mais do que em dizer que são”, afirmou Reiman. 
Para ele, quando se acrescenta propósito à marca, passa-se de competitivo a distintivo; de ter funcionários para contar com missionários; de ter consumidores para ter defensores; de receber lealdade para ter amor; de pensar no próximo trimestre para pensar nos próximos 25 anos. 
Ao final da apresentação, Jayme Troiano, do Grupo Troiano, ao qual está ligada a Brighthouse Brasil, recebeu as perguntas da plateia. A uma delas, Reiman respondeu: “Missão é um termo proveniente do exército; trata-se de um plano de ação, que deve mudar cada semana, cada dia. A visão diz para onde a empresa vai, e o propósito diz por quê”. 
Fonte: HSM

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Primeiro cartão salário pré-pago do Brasil é lançado em evento em SP



A UNIK e a MasterCard lançaram nesta terça-feira (20), no CONARH 2013, o primeiro cartão pré-pago de salário do mercado brasileiro. O novo meio de pagamento – segundo as companhias - será aceito em mais de 1,8 milhão de estabelecimentos.

Os funcionários das empresas que adotarem o cartão como meio de pagamento do seu salário poderão pagar contas e fazer compras, recarregar celular, fazer saques em caixas eletrônicos, além de terem acesso a descontos e benefícios.

A Unik e a MasterCard se demonstraram otimista com o investimento. Para se ter ideia do potencial desse mercado, hoje cerca de 50% dos brasileiros ainda recebem seus salários em papel moeda, segundo o Banco Central”, diz comunicado divulgado à imprensa.

Inclusão

De acordo com o presidente da UNIK, José Roberto Kracochansky, o cartão contribui ainda para a inclusão financeira no país. “Lançar um cartão para pagamento destinado aqueles que não têm acesso aos serviços financeiros é um movimento inovador no mercado brasileiro. Em mercados desenvolvidos como Estados Unidos e Europa, os cartões pré-pagos para pagamento de salários já são muito populares pelas vantagens oferecidas a empresas de todos os tamanhos e acredito que no Brasil o mesmo vai acontecer rapidamente. Com isso, esperamos superar a marca de 1 milhão de cartões salário emitidos”, completa o executivo.

Alexandre Magnani, vice-presidente de novos negócios da MasterCard, lembra que o cartão pré-pago também é um instrumento de controle. “O cartão pré-pago é um meio eletrônico de pagamento seguro, flexível e inteligente, que oferece benefícios de pequenas a grandes empresas e ao consumidor final”, explica o executivo. “O mercado brasileiro de cartões pré-pagos oferece grandes oportunidades de negócios e deve registrar um salto nos próximos anos e movimentar US$ 65 bilhões em 2017”, ressalta Magnani.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Edição especial da Coca Zero permitirá ouvir músicas a partir de latas


Depois do sucesso das campanhas com nomes e destinos, a Coca-Cola agora resolveu trazer música e tecnologia para as suas embalagens. A partir de agosto, as latas de 350 ml e garrafas de 600 ml serão vinculadas a um aplicativo inédito, disponível para Android e iOS, com playlists exclusivas contemplando sete estilos musicais diferentes (Metal, MPB, Rock, Pop, Clássicos, Eletrônico e Hip Hop), tendo como ponto de partida o Rock in Rio.
Todas as playlists terão músicas de bandas que já tocaram em edições anteriores do festival ou que irão se apresentar na edição deste ano, programada para entre 13 a 22 de setembro. Para ouvir, bastará baixar o aplicativo Coca-Cola Zero Música, escanear a sound wave das embalagens de Coca-Cola Zero e colocar para tocar no celular ou tablet. Além de ouvir as músicas, também é possível criar playlists personalizadas de acordo com cada estilo musical e compartilhar nas redes sociais. Para acessá-las pela internet, basta inserir o código promocional presente nas embalagens diretamente no site da marca: www.cocacolazero.com.br.
O conceito no qual se baseiam as novas embalagens é o de “internet das coisas” (Internet of Things), tendência que conecta objetos comuns do dia a dia à internet. “Pense em um mundo integrado, onde cada objeto, até mesmo uma latinha de refrigerante, se conecta, interage com o usuário e fornece inúmeras informações. Para Coca-Cola Zero, uma marca comprometida com a inovação, isso é uma realidade”, afirma Gian Martinez, diretor de Excelência Criativa da Coca-Cola Brasil.
Redação, Administradores.com

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

5 motivos pelos quais os funcionários procuram outra empresa


Um estudo feito pela consultoria Hay Group revela que o nível de rotatividade de funcionários deverá aumentar em todo o mundo no próximo ano, com uma alta esperada de 12,9% em relação a 2012 - o que representa um total de 161,7 milhões de trabalhadores que deverão mudar de empresa.

A tendência deve continuar nos próximos cinco anos, considerou o estudo, período em que as taxas de rotatividade de funcionários estão previstas para aumentar entre 20,6 e 23,4%, chegando a um número global de 192 milhões de partidas em 2018.

O estudo identificou cinco fatores-chave para os profissionais mudarem de emprego nos próximos dois anos:
1. Falta de confiança na organização e na liderança: manter uma visão positiva sobre o futuro da empresa tornou-se um desafio em meio às incertezas e desafios econômicos. Quem é capaz de passar mais credibilidade, deverá reter mais talentos na empresa.
2. Sem espaço para crescer: os funcionários têm se tornado cada vez mais conscientes de que eles são responsáveis por gerenciar suas próprias carreiras. As empresas que não dão mais oportunidades para seus funcionários acabam perdendo nesse requisito.
3. Trocas injustas: se as organizações querem funcionários que façam e entreguem mais, é essencial valorizá-los como pessoas e mostrar que seus esforços extras são reconhecidos e apreciados.
4. Sem ambiente para o sucesso: como os funcionários estão sendo solicitados a fazer mais com menos, eles precisam sentir que estão trabalhando de maneira inteligente, que podem, portanto, conquistar a realização profissional na empresa atual.

5. Autoridade e influência: tais características são fundamentais para otimizar os processos de trabalho, especialmente em ambientes dinâmicos onde as metas e objetivos sofrem mudanças frequentes.