sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Obrigado Senhor


Acredito que Deus tenha me dado a compreensão como dom. Sempre procurei entender os outros e me sentir fortalecido a cada situação resolvida para os outros. Se minha profissão fosse entender os outros seria sem dúvida o maior o melhor no assunto. Procuro estar agradecido por sentir nos outros o que sinto como se fosse em mim. Um coração aberto para o que Deus me presenteou. Procuro rezar pela vocação que acredito tenha vindo dos meus pais e do ser maior que sempre esta comigo, mesmo quando pratico o errado. Acreditamos que tudo que acontece aos nossos olhos tem uma razão de ser, então, devo agradecer as pessoas que procurei ajudar e as que sentiam dor e ajudei a curá-las e por muitas pessoas que me procuram, obrigado senhor. O talento que me foi dado em ensinar e traçar a caminhada com o que eu acho que é certo obrigado senhor, pois tenho certeza que a inspiração vem de berço e que a luz divina em momentos tão fortes vem iluminar o meu caminho e que tantas vezes ficou na escuridão também, obrigado senhor. 

Por Alfredo Moreno

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Pessoas certas nas funções certas

Esta ainda é a fórmula mais fadada ao sucesso das organizações, embora, na prática, não seja tão simples acertar nas escolhas

Entre outros assuntos, na HSM ExpoManagement 2012, que será realizada de 5 a 7 de novembro, em São Paulo, Jim Collins explicará por que, no fundo, no meio corporativo tudo ainda se resume em escolher as pessoas certas, colocá-las nos lugares certos e descartar as erradas. Por outro lado, Luiz Claudio Binato, diretor executivo do Instiad – Instituto de Administração, lembra que não é tão simples acertar nas escolhas.

O acadêmico começa com outro questionamento: “Quem tem o poder de dizer quem é a pessoa certa?”. No geral, nas organizações, quem tem esse poder são as pessoas legitimadas para exercer cargos de liderança e, por tal, são cobradas para fazer as escolhas certas. “Antes, porém, é preciso que esse líder tenha plena confiança nele próprio, que faça o difícil exercício de mergulhar no seu íntimo e descobrir se ele é a pessoa certa no lugar certo. Avaliar se os seus valores estão atrelados aos valores e objetivos da empresa, que devem ser claros e amplamente disseminados”, explica o executivo, também professor da FGV na área de TQM (Total Quality Management) e especialista em Gestão de Pessoas.

Portal HSM

terça-feira, 4 de setembro de 2012

DESPEDIDA DO PRESIDENTE DA COCA COLA


Ele disse ao deixar o cargo de Presidente da Coca Cola:

"Imagine a vida como um jogo em que você esteja fazendo malabarismos com cinco bolas no ar. Estas são: seu Trabalho - sua Família - sua Saúde - seus Amigos e sua Vida Espiritual, e você terá de mantê-las todas no ar.

Logo você vai perceber que o Trabalho é como uma bola de borracha. Se soltá-la ela rebate e volta. Mas as outras quatro bolas: Família, Saúde, Amigos e Espírito, são frágeis como vidros. Se você soltar qualquer uma destas, ela ficará irremediavelmente lascada, marcada, com arranhões, ou mesmo quebradas, vale dizer, nunca mais será a mesma.

Deve entender isto: tem que apreciar e esforçar para conseguir cuidar do mais valioso. Trabalhe eficientemente no horário regular do escritório e deixe o trabalho no horário. Gaste o tempo requerido à tua família e aos seus amigos. Faça exercício, coma e descanse adequadamente. E sobre tudo... Cresça na sua vida interior, no espiritual, que é o mais transcendental, porque é eterno.

Shakespeare dizia: "Sempre me sinto feliz, sabes por quê? Porque não espero nada de ninguém. Esperar sempre dói. Os problemas não são eternos, sempre têm solução. O único que não se resolve é a morte. A vida é curta, por isso, ame-a! Viva intensamente e recorde:

Antes de falar... Escute!
Antes de escrever... Pense!
Antes de criticar... Examine!
Antes de ferir... Sente!
Antes de orar... Perdoe!
Antes de gastar... Ganhe!
Antes de render... Tente de novo!
ANTES DE MORRER... VIVA!"



terça-feira, 21 de agosto de 2012

Metas

“Se você tem metas para um ano, plante arroz.
Se você tem metas para 10 anos, plante uma árvore.
Se você tem metas para 100 anos, então eduque uma criança.
Se você tem metas para 1000 anos, então preserve o meio Ambiente.”


Confûcio - célebre filósofo chinês ( 551- 479 a. C.)

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Inovação

Uma ideia do juiz José Henrique Mallmann ajuda os presos da cidade mineira Santa Rita do Sapucaí a reduzirem suas penas e ao mesmo tempo desenvolver uma atividade sustentável.  Eles pedalam para gerar energia elétrica e assim ajudam a iluminar a região.
Cada 16 horas pedaladas pelos detentos representa um dia a menos na cadeia. São duas bicicletas em funcionamento e a energia é usada para iluminar uma das praças da cidade mineira. Os presos não são obrigados a pedalar: a redução de pena é alternativa.
A ideia é insatalar pelo menos mais oito bicicletas no pátio do presídio e assim conseguir iluminar uma avenida em Santa Rita do Sapucaí. A cidade tem 130 detentos. O mesmo juiz já implantou um sistema em que os detentos trabalham e parte dos salários é encaminhado às vítimas.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

QUEM SOU EU?

Nesta altura da vida já não sei mais quem sou...
Vejam só que dilema!!!
Na ficha da loja sou CLIENTE, no restaurante FREGUÊS, quando alugo uma casa INQUILINO, na condução PASSAGEIRO, nos correios REMETENTE, no supermercado CONSUMIDOR.
Para a Receita Federal CONTRIBUINTE, se vendo algo importado CONTRABANDISTA. Se revendo algo, sou  MUAMBEIRO, se o carnê tá com o prazo vencido INADIMPLENTE, se não pago imposto SONEGADOR. Para votar ELEITOR, mas em comícios MASSA , em viagens TURISTA , na rua caminhando PEDESTRE, se sou atropelado ACIDENTADO, no hospital PACIENTE. Nos jornais viro VÍTIMA, se compro um livro LEITOR, se ouço rádio OUVINTE. Para o Ibope ESPECTADOR, para apresentador de televisão TELESPECTADOR, no campo de futebol TORCEDOR.
Se sou corintiano, SOFREDOR. Agora, já virei GALERA. (se trabalho na ANATEL , sou COLABORADOR ) e, quando morrer... uns dirão... FINADO, outros... DEFUNTO, para outros... EXTINTO , para o povão... PRESUNTO... Em certos círculos espiritualistas serei... DESENCARNADO, evangélicos dirão que fui... ARREBATADO...

E o pior de tudo é que para todo governante sou apenas um IMBECIL !!! E pensar que um dia já fui mais EU.

Luiz Fernando Veríssimo


sexta-feira, 22 de junho de 2012

Outdoor da C&A classifica São João como "a festa mais abusada do ano"

adjetivo que qualifica a festa pode não parecer negativo para pessoas do Sudeste, mas na Paraíba, um dos locais onde a ação foi feita, "abusada" possui sentidos como "chata", "inconveniente" ou "maçante"
Por Mayara Chaves
Em sua campanha para as festas juninas, a C&A lançou um outdoor no Nordeste que vem causando estranheza para algumas pessoas que o leem. Isso porque na propaganda está escrito "São João C&A - A festa mais abusada do ano". Para quem é do Sudeste a mensagem pode não parecer nada demais. Entretanto, na Paraíba, onde um outdoor da campanha foi colocado (foto abaixo), o termo "abusada" quer dizer "chata", "inconveniente", "maçante", entre outros sentidos nada positivos.
Obviamente a marca não quis desmerecer a festa nordestina, já que o "abusada" provavelmente deriva do seu slogan "C&A Abuse", em que o adjetivo adquire o sentido de "ousar" e completa o intuito da marca que sugere que seus clientes usem e abusem de seus produtos. Mas tudo, claro, no bom sentido.
Ainda assim, fica o questionamento: será que a ação da marca no outdoor não poderia ter sido mais bem construída, levando em consideração o contexto regional em que foi divulgada? Diga o que achou da ação de marketing da C&A, deixando sua opinião nos comentários. 

PEDRAS NO CAMINHO?

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que a minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...

(Fernando Pessoa)

quinta-feira, 31 de maio de 2012

10 mandamentos de inovação do criador do Post-it

o norte-americano Art Fry detalha o processo de criação do bloco de anotações e como fazer para ter sucesso ao criar novos produtos.
Aos 80 anos e depois de entrar no Hall da Fama dos Inventores dos Estados Unidos, o norte-americano Art Fry ainda tem vontade de criar. “Há muitas invenções de impacto que envolvem o meio ambiente. Na verdade, existem tantos problemas que o mundo enfrenta hoje que eu adoraria começar de novo”, afirma o hoje embaixador da 3M, que percorre o mundo ministrando palestras sobre a cultura de inovação e sobre os conceitos e elementos que a torne possível.  A seguir, ele elenca 10 conselhos para quem quer inovar.

1. Tenha uma ampla educação em tecnologia.

2. Seja curioso e questione tudo.

3. A melhor maneira de aprender é tentar fazer as coisas sozinho. O que pode parecer simples, muitas vezes acaba por ter um alto nível de complexidade que você vai ter de aprender.

4. Eu gosto da declaração de Thomas Edison de que você precisa de um bom conhecimento técnico, curiosidade e uma grande pilha de lixo. Inventores têm de ser capazes de comunicar e vender suas ideias. Aprenda a falar e escrever bem.

5. A vida é muito complexa. Você pode não saber como fazer tudo sozinho e, por isso, deve aprender a trabalhar com outras pessoas que têm habilidades que você não tem.

6. Faça as coisas pelas razões certas. Se sua intenção é fazer produtos honestos que resolvem problemas reais na vida, você tem uma chance melhor de ser bem sucedido. Seu coração vai lhe dizer se você está fazendo isso pelas razões certas.

7. Você tem que beijar muitos sapos para encontrar um príncipe. Não se preocupe em falhar. As coisas que você aprende a partir de projetos que não viram sucesso, muitas vezes têm as sementes de conhecimento que você precisará mais tarde para encontrar o sucesso. As coisas que eu aprendi em projetos que falharam me ensinaram as habilidades que eu precisava para garantir o êxito do Post-It.

8. Toda vez que você aprende algo novo, é como comprar um novo par de olhos que lhe permite reconhecer coisas que você não tinha notado antes. Portanto, a mente de cada pessoal é como uma enciclopédia específica que lhe permite ver o mundo de uma forma diferente, reconhecendo os problemas, e tentando descobrir soluções que os outros podem não ver.

9. Trabalhe em coisas que lhe dão energia. Há muitas boas ideias circulando ao redor, mas o sucesso pertence àqueles que estavam dispostos a passar por cima de todas as barreiras que surgem até o sucesso. Nem sempre é o mais brilhante que terá sucesso, mas o mais difícil.

10. A vida passa rapidamente. Tire um tempo para apreciá-la. O problema é que quando você está gostando de algo, sua vida, por exemplo, o tempo passa ainda mais rápido.

Fonte: Mundo do marketing

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Eu sou o cliente que nunca mais volta

Discurso de Sam Walton, fundador do WALMART, a maior rede de varejo do mundo, na abertura de um programa de treinamento para seus funcionários. Não confirmo o discurso, por não ter fonte da informação. Mas que vale a pena ler, vale.
“Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido. Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares. Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal. Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado. Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranquilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, e espera. Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama pacientemente enquanto os funcionários trocam ideias entre si ou, simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver.”
“Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas. Engana-se. Sabe quem eu sou? Eu sou o cliente que nunca mais volta!
“Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à sua firma.”
“Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata, de me enviar um pouco mais de cortesia.”
Clientes podem demitir todos de uma empresa, do alto executivo para baixo, simplesmente gastando seu dinheiro em algum outro lugar.”

segunda-feira, 23 de abril de 2012

MEDINDO AS RIQUEZAS DO SER HUMANO!!!

Fabuloso texto escrito por Catón, jornalista mexicano.
“Tenho a intenção de processar a revista "Fortune", porque fui vítima de uma omissão inexplicável. Ela publicou uma lista dos homens mais ricos do mundo, e nesta lista eu não apareço. Aparecem: o sultão de Brunei, os herdeiros de Sam Walton e Mori Takichiro.
Incluem personalidades como a rainha Elizabeth da Inglaterra, Niarkos Stavros, e os mexicanos Carlos Slim e Emilio Azcarraga.
Mas eu não sou mencionado na revista. E eu sou um homem rico, imensamente rico. Como não?  vou mostrar a vocês:

Eu tenho vida, que eu recebi não sei porquê, e saúde, que conservo  não sei como.
Eu tenho uma família, esposa adorável, que ao me entregar sua vida me deu o melhor para a minha; filhos maravilhosos, dos quais só recebi felicidades; e netos com os quais pratico uma nova e boa paternidade.
Eu tenho irmãos que são como meus amigos, e amigos que são como meus irmãos.

Tenho pessoas que sinceramente me amam, apesar dos meus defeitos, e a quem amo apesar dos meus defeitos.
Tenho quatro leitores a cada dia para agradecer-lhes porque eles lêem o que eu mal escrevo.
Eu tenho uma casa, e nela muitos livros (minha esposa iria dizer que tenho muitos livros e entre eles uma casa). Eu tenho um pouco do mundo na forma de um jardim, que todo ano me dá maçãs e que iria reduzir ainda mais a presença de Adão e Eva no Paraíso. Eu tenho um cachorro que não vai dormir até que eu chegue, e que me recebe como se eu fosse o dono dos céus e da terra.
Eu tenho olhos que vêem e ouvidos para ouvir, pés para andar e mãos que acariciam; cérebro que pensa coisas que já ocorreram a outros, mas que para mim não haviam ocorrido nunca.
Eu sou a herança comum dos homens: alegrias para apreciá-las e compaixão para irmanar-me aos irmãos que estão sofrendo.

E eu tenho fé em Deus que vale para mim amor infinito.
Pode haver riquezas maiores do que a minha?
Por que, então, a revista "Fortune" não me colocou na lista dos homens mais ricos do planeta? "
E você, como se considera? Rico ou pobre?

Há pessoas pobres, mas tão pobres, que a única coisa que possuem é ... DINHEIRO
.
Armando Fuentes Aguirre (Catón) 

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Não há olhos para todos os liderados



A confiança e a desconfiança caminham juntas não só no espaço profissional, como em tudo que envolve a nossa vida. Por isso, o professor Clóvis de Barros Filho, que é livre docente da Escola de Comunicação e Artes da USP, trouxe o tema confiança ao Fórum HSM Gestão e Liderança 2012.
O ser humano passa o tempo todo verificando o ambiente que nos cerca com os nossos sentidos e coletando informações para decidir que caminho vai seguir. Entretanto, por mais que se esforce, nunca será capaz de verificar tudo o que está a sua volta e tudo o que resta é confiar.
“Quem é líder sabe que não há olhos para todos os liderados. Por isso a confiança é essencial no espaço laboral”, comenta Barros Filho. Ele complementa argumentando que não há condição física e material para controle universal. Por isso, confiar é a certeza sobre algo que não podemos verificar.
“Quando você deposita o dinheiro no banco, você deixa de ter o dinheiro nas mãos, mas o banco lhe apresenta um extrato. Você confia que o extrato é o mesmo que o dinheiro. Porque se todos desconfiarem ao mesmo tempo, o banco não terá o dinheiro para mostrar para todos”.
O professor lembrou que se todos resolvessem desconfiar radicalmente uns dos outros, o mundo acabaria em conflito, violência e caos. Dessa forma, conclui-se que a confiança é essencial para a existência humana.
O papel da DESconfiança
“Se confiança é fundamental, a desconfiança é inexorável. Para o filósofo Benedito Espinosa é melhor desconfiar da confiança. Afinal, a confiança é ingênua, enganadora e, portanto, perigosa”, relembrando a citação do famoso filósofo.
Apesar da importância do tema, não se pode escolher entre confiar ou desconfiar. “As causas que determinam a confiança independem da vontade das pessoas. Estamos presos numa cadeia de acontecimentos que simplesmente nos faz confiar em algo ou alguém”, explica o professor.
Outro tema destacado por Clóvis de Barros Filho foi a moral. Diferentemente da confiança, a moral está totalmente ligada às escolhas feitas pelo indivíduo segundo seus valores.
“É aquilo que você se impõe na hora de viver, assumindo princípios que você respeitaria mesmo que fosse invisível, mesmo que fosse invencível”, disse ele ressaltando a importância da liberdade de escolha.“Moral é um verbo que se conjuga na primeira pessoa. Nada tem a ver com o olhar tirânico que chega de fora.”
A primeira confiança do ser humano, segundo o professor, é a de que a felicidade é possível. Para que isso aconteça, no entanto, o ser humano precisará buscar o entendimento com o próximo, através da confiança.
“Não foram poucos os profetas a recomendar a confiança universal, com amor ao próximo. É claro que apenas a confiança não eliminaria a tristeza, a frustração e a traição no mundo. Mas facilitaria muito a convivência”, completou o professor.
Portal HSM

Pergunto, logo inovo?

Para a professora, criatividade e inovação partem de simples pensamentos
Qual ambiente é mais propício para a sua empresa estimular a criatividade e a inovação? Como iniciar um processo de incentivo à geração de ideias? Como a cultura para a inovação fará parte do DNA da sua empresa?
No mundo da criatividade e da inovação há intensos e constantes questionamentos. Por exemplo, como incorporar a criatividade e a inovação no nosso cotidiano. Vamos lembrar o pensamento infantil, aquele com pouquíssimos paradigmas e muitas perguntas: o que você leu nos últimos dias que mais lhe surpreendeu? Qual lugar diferente conheceu? Que brincadeira nova fez com seu filho? Quando comprou uma revista completamente inusitada para o seu padrão de leitura? Você tem exercitado um olhar surpreso sobre o que vivencia? Qual foi a última vez que você aprendeu algo novo pela primeira vez?
A criatividade e a inovação apropriam-se de pensamentos simples, mas profundos, e a capacidade de desenvolver as perguntas certas é um dos grandes e estimulantes desafios da gestão da inovação. Certa vez ouvi uma filósofa dizer que quando visita a Bienal e vê uma obra inovadora, muitas vezes inquietante, questiona-se: “O que é isso?”.
Questione-se diariamente, a seu respeito e em relação aos produtos e serviços da sua empresa.
Técnicas de criatividade e metodologias de inovação podem identificar o “O que é isso?” que tem valor para o cliente. Você fará as perguntas que desejar, mas no fim, essa é a resposta mais relevante para o negócio.
Renata Frota é professora do curso de Gestão da Inovação da ESPM.Portal HSM

Vem ser feliz!



Aos 12 anos, ela já era balconista da loja de seus tios, que na época se chamava A Cristaleira, em Franca (SP). Pelegrino José Donato e sua esposa, Luiza Trajano Donato, viram a sobrinha tomar cada vez mais gosto pela empresa que mais tarde passou a carregar seu nome: Magazine Luiza.
Depois do balcão, Luiza Helena Trajano passou por várias funções até chegar a gerente geral. Mas foi em 1991 que ela assumiu o cargo de superintendente da Magazine Luiza. Desde que tomou frente, a sua história se confunde com a da empresa, que ganhou duas características essenciais: o cuidado com o bem-estar dos funcionários e o pioneirismo em inovação.
O jeitão de empresa familiar é um dos segredos para o sucesso dessa gigante do varejo que está completando 55 anos de existência este ano e conta com cerca de 24 mil funcionários. Mas como manter a proximidade com essa quantidade de colaboradores espalhados pelo Brasil? Para responder a essa questão – e outras – deslocamos a jornalista Evelise Toporoski, da revista Liderança, para entrevistar essa superlíder do varejo brasileiro.
Segundo Luiza, o segredo para manter a proximidade com todos os colaboradores, lembre-se de que são mais de 24 mil, é colocar as pessoas em primeiro lugar. “Crescer sem perder ‘a alma’ é o lema que norteia a organização”, explica.
Graças a essa premissa, a Magazine Luiza é eleita há mais de 14 anos como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil, segundo o Instituto Great Place to Work. Isso chamou atenção de estudantes da Universidade de Harvard, que passaram a desenvolver estudos sobre o atendimento ao cliente e a gestão de pessoas nas lojas da rede desde 2007.
Luiza Helena se destaca por atentar a detalhes que podem fazer muita diferença para os funcionários e para a empresa. Por exemplo: quando comprou a Lojas Maia, no Nordeste, ofereceu a possibilidade de colaboradores que migraram para São Paulo ou para outras capitais voltarem para sua terra natal e terem o emprego garantido no retorno. Outra atitude peculiar foi quando a proprietária decidiu organizar a Luiza Viagens. Ela perguntou para algumas funcionárias qual era o lugar para o qual elas sonhavam viajar e, com base nisso, descobriu alguns dos destinos preferidos da classe C.
Fonte: Júlio Clebsch
Editor da revista Liderança

Treinamento - seja diferente



Para a maioria dos jogadores profissionais de basquete, treinamento significa praticamente apenas jogar basquete, erguer pesos e correr. Mas isso não é o que Dirk Nowitzki, jogador do time Dallas Mavericks, último campeão da NBA, faz. Suas sessões de treino incluem esgrima, remo, aprender a tocar um instrumento musical e andar de cabeça para baixo. Alguns dos exercícios realizados por ele fazem sentido. A esgrima ajuda na agilidade e na movimentação dos pés, e o remo ajuda a fortalecer os músculos das costas e dos ombros, vitais para a hora do rebote e da roubada de bola. Com isso, Nowitzki ganhou o título de Jogador Mais Valioso (MVP) em 2007 e ajudou seu time a se sagrar campeão em 2011.
Fonte: Júlio ClebschEditor da revista Liderança

segunda-feira, 26 de março de 2012

Chico Anysio



"Não tenho medo de morrer. Tenho pena, porque são tantas as idéias para realizar." (Chico Anysio).



A alegria, o riso, o fazer bem, foram trocados pela saudade.



Foi humorista, ator, dublador, compositor e pintor.


Fica a saudade do mestre e do multitalento.

Por Alfredo Moreno

quinta-feira, 22 de março de 2012

Estudo traça o comportamento do internauta brasileiro em 2011



Parte Dois!



Brasileiro passa pouco tempo em sites de e-commerce. Enquanto o consumidor do Brasil gasta muito tempo em categorias relacionadas a entretenimento e informação na internet, quando o assunto é o comércio eletrônico, a frequência é bem menor. “Comparada a países como os Estados Unidos e Reino Unido, com índices de 113,2% e 115,6%, a taxa de visitantes por minuto nos sites de e-commerce é de 32,5%, abaixo da média global de 71,3%”, afirma Alex Banks Diretor da comScore Brasil. . Com uma média de 39,2% dos minutos de conexão em 2011, os sites de notícias, informações e celebridades superaram o desempenho das redes sociais, que encerraram 2011 com uma média de participação de 23%. Entre as redes sociais, o Facebook também teve um crescimento expressivo no tempo de permanência dos usuários. Em 2010, a média mensal era de 37 minutos e, no ano passado, passou para 4,8 horas.



Crescimento dos acessos móveis.



Não são apenas as redes sociais que continuam a crescer no Brasil. O acesso à internet por meio de dispositivos móveis, como smartphones e tablets também. Em dezembro de 2011, o total de conexões móveis chegou a 1,5% de todo o tráfego digital no país. Entre agosto e setembro do ano passado, o crescimento do número de acessos à web gerados por esses dispositivos aumentou em 50%.Do total de 1,5% registrado ao final do ano, 42,2% das conexões foram originadas em tablets, a maioria (90,6%), iPads da Apple. O sistema operacional da marca também lidera o ranking entre os usuários de smartphones e o iPhone encerrou 2011 com uma participação de 35% das conexões geradas por dispositivos móveis no Brasil. Em seguida aparece a plataforma Android, do Google, com 31,4%, à frente dos celulares comuns, com 23%. O número de usuários acima de 55 anos também sofreu uma alta na internet, embora a faixa etária entre 15 e 24 seja a maioria (28,2%). “Em 2009, eles (brasileiros com mais de 55 anos) representavam apenas 5% dos acessos à internet e, no final de 2011, chegaram a 11,4%, impulsionando principalmente serviços como internet banking. Esse público deve crescer nos próximos anos e é preciso estar atento as suas futuras necessidades”, diz o Diretor da comScore Brasil.



Fonte: Mundo do Marketing



Por Cláudio Martins

Estudo traça o comportamento do internauta brasileiro em 2011



Primeira Parte!



O Brasil continua ganhando espaço no mundo digital. Hoje, o país é o sétimo maior mercado de internet no planeta, com 46,3 milhões de usuários e vem experimentando um considerável crescimento em áreas como o uso de conexão móvel, que teve uma alta de 50% entre agosto e setembro de 2011. Os resultados fazem parte do estudo “2012 Brazil Digital Future in Focus”, da comScore, que apresenta o desempenho dos brasileiros na internet em 2011, com o propósito de traçar projeções para este ano. Entre as oportunidades para as marcas apontadas pela pesquisa, as redes sociais e os blogs continuam sendo um bom investimento. O Brasil é líder no acesso a blogs, com um crescimento de 44% em 2011 e uma média de visitantes únicos de 95,6%, à frente da Coreia do Sul e da Turquia. No ano passado, o Facebook se consolidou como a rede social com o maior número de usuários no país (hoje, 43 milhões) e também como a que mais cresceu no total de visitantes únicos, com uma taxa de 66%, acima dos 33% do Orkut, antigo líder no país. Os vídeos e suas respectivas plataformas, como o YouTube, representam outra meio para as marcas que desejam expandir o relacionamento com os consumidores na web. Em 2011, os brasileiros assistiram a 4,7 bilhões de vídeos online, totalizando uma navegação que durou, em média, 27,2 horas por pessoa.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Inovação



Por Alfredo Moreno

O processo de inovação nos dias atuais é fator diferencial competitivo. Como pensar em inovação se não mudamos as práticas colocadas nas empresas? Como falar em inovação se não mudamos a cultura da empresa? Se os gestores propagam a inovação como uma necessidade, então, temos de deixar de praticar o velho. Não se consegue inovar sem informação, sem conhecimento, sem alimentarmos as idéias, sem criatividade e sem criarmos um ambiente propício para a inovação.
Inovação é gerar resultados positivos e financeiros.



Em uma pesquisa realizada pela consultoria Innoscience com cerca de 80 executivos, 91% dos entrevistados colocaram a inovação entre as 10 maiores prioridades de sua empresa, porém apenas 23% identificam a existência de um ambiente favorável à proposição de ideias, baixa aversão ao risco e reais incentivos para inovar.
O especialista Jaime Troiano, presidente do Grupo Troiano de Branding, aponta algumas dicas essenciais para que a empresa passe a modificar seu ambiente interno a favor da inovação.
1) Não puna por decisões erradas. Muitas empresas perdem seu caráter inovador pelo medo de arriscar. Ao invés disso, crie um ambiente onde trabalhar “fora da caixa” seja algo valorizado e desejado.
2) Antecipe os erros. Hoje a inovação está muito ligada à velocidade do mercado, portanto, quanto antes puder encarar a possibilidade do erro ao arriscar, mais rápido poderá se reestabelecer e dar a volta por cima.
3) Estabeleça metas para que novas ideias, produtos e serviços sejam inclusos no plano de negócios e passem a representar uma parte relevante das operações da empresa.
4) Não confunda inovação com tecnologia. É um erro muito comum achar que somente as novidades digitais são capazes de trazer inovação à empresa ou marca. “A bebida H2O, da Pepsico, abriu uma nova “gaveta” na cabeça dos consumidores e virou um exemplo de uma profunda inovação em um mercado que era até então, dominado pelos tradicionais refrigerantes”, lembra Troiano.
5) Tenha líderes inovadores. Para fazer parte da rotina das equipes, é fundamental que a inovação seja, antes de tudo, a busca de todos os executivos da empresa.
6) Comunique. Ser inovador na oferta de seus produtos e serviços é a melhor forma de demonstrar a capacidade de inovação da empresa ao público. Porém, lembre-se de que marketing e comunicação agregam, mas por si só não criam uma empresa inovadora.
7) Tenha uma carta na manga. Tão importante quanto pensar em inovação o tempo todo, é saber identificar os momentos estratégicos para levar as novas idéias ao mercado. Pesquise qual o grau de envolvimento dos consumidores com a marca no momento e quais têm sido as ações da concorrência.



Pesquisa: HSM

O que é tendência de consumo em 2012



Embora seja difícil apontar caminhos seguros, a Trendwatching.com, empresa de monitoramento de tendências comerciais elenca 12 tendências que deverão pautar o universo do consumo nesse ano. Confira!



1 – Red Carpet / Tapete vermelho: os empreendedores têm de entender que os chineses são o novo público consumidor do mundo e, por isso, é crucial desenvolver produtos e serviços voltados exclusivamente para eles
2 – Diy Health [Do It Yourself]: os consumidores buscarão, cada vez mais, aparelhos para cuidar da saúde sozinhos. São gadgets que monitoram seus estados de saúde e que permitem a realização de auto-exames
3 – Dealer-chic: o ato de pechinchar ganhou importância para os clientes, que gostam de compartilhar os descontos, sentindo-se satisfeitos com um bom negócio. As empresas podem se beneficiar disso ao ganhar fama de boas negociadoras, criando novas formas de conceder descontos
4 – Eco-cycology: as marcas investem em tornar transparentes o ciclo de vida dos bens que comercializam, além de ajudar os clientes a enviarem produtos de suas marcas para reciclagem
5 – Cash-less: item que está há tempos nas listas de tendências, a redução no uso do dinheiro vivo ganha força nesse ano devido à expectativa de que Google e Mastercard invistam fortemente nessas tecnologias
6 – Bottom of the pyramid [Base da pirâmide urbana]: há um notável aumento da força dos consumidores de baixa renda que residem nas cidades. Os empreendedores devem voltar seus olhos para a força desse público consumidor
7 – Idle sourcing [contribuição sem esforço]: as pessoas cada vez mais querem fazer parte de algo grande e significativo, sem fazerem esforços por isso e terão grande sucesso os aplicativos que fazem o esforço pelas pessoas, como é o caso de recursos que, a partir do posicionamento dos usuários, monitoram o trânsito em grandes cidades
8 – Flawsome: sucesso tem mais a ver com estar alinhado com o que querem os consumidores do que com apresentar tecnologias novas o tempo todo. Isso significa que os consumidores estão preparados para receber bem marcas que expõem suas falhas e lidam com elas de maneira transparente, flexível e bem humorada
9 – Screen culture [cultura da tela]: cada vez mais a interação das pessoas com o mundo e, consequentemente, com as marcas, se dá por meio de telas. Os empreendedores precisam repensar a forma como suas marcas estão sendo vistas e vivenciadas por meio dos aparatos eletrônicos
10 – Recommerce [recomércio]: a cultura da troca do antigo por um novo, comum para carros e casas, agora se estende a outros produtos, como aparelhos, roupas e até experiências. A idéia é que sejam concedidos descontos para quem oferecer seus itens usados na troca por um novo, aliviando pressões financeiras e ambientais
11 – Emerging maturialism: com uma população cada vez mais urbana – e, portanto, conectada, moderna e madura –, os consumidores de todo o mundo estão cada vez mais dispostos a experimentar e a aceitar formas mais ousadas de marketing
12 – Point & Know [aponte e saiba]: com conexão à internet disponível para grande parte dos consumidores, a busca, para cada produto, será voltada á profundidade das informações, histórias, origens, comparações, preços. A tecnologia QR é exemplo disso.
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quinta-feira, 1 de março de 2012

Segmentação



Por Alfredo Moreno
Quando fazemos a escolha de um grupo de consumidores e estes apresentam necessidades homogêneas e que podemos oferecer produtos e serviços para satisfazer seus desejos ou necessidades, dizemos que temos condições de segmentar o mercado. Como saber e identificar no processo que decide comprar e o que? Para que tenhamos condições de segmentar o mercado devemos identificar se o segmento pode ser medido, tenha acessibilidade, que nos dê rentabilidade e segurança mínima com estabilidade. Segmentação – devemos e não podemos deixar de executar ações direcionadas ao estudo dos nossos cientes. Precisamos acordar para o processo de mudanças no comportamento dos consumidores para descobrirmos quem decide e quem consome o que se compra. A segmentação passa por um processo de análise em tempo real devido à rapidez das mudanças nos hábitos de consumo dos clientes. Estar atento ao momento do consumo, em que ocasião esta se dando esse consumo, por que estão consumindo nosso produto, que ações estamos desenvolvendo para que esse consumo aconteça e como ampliarmos esse consumo, como desenvolvermos alternativas de consumo, onde se deu a escolha do produto e que tempo foi necessário no local de compra para que o produto fosse adquirido. A segmentação ter que ser constante, verificando e analisando as mudanças de comportamento e tentando influenciar cada vez mais a decisão de compra.

Imagem: portfoliodalelly.blogspot.com

Curiosidades do número 13



Lembras-te desta Pessoa Querida?
JAN PAWEŁ DRUGI NA LÍNGUAPOLONESA 13 Letras
Tornou-se Papa tendo 58 anos de vida 5+8 = 13
Seu pontificado durou 9301 dias 9+3+0+1=13
Sofreu um atentado 13 de Maio
Faleceu na 13ª semana do Ano
Quando faleceu ele tinha 85 anos 8+5 = 13
Data da sua morte 02.04.2005
0+2+0+4+2+0+0+5 = 13
A hora da sua morte 21h37m 2+1+3+7 = 13
Ele foi 265º Papa 2+6+5 = 13
13 é o número de Maria

"O SEGREDO É TER ATITUDE".

Lucas é o tipo de cara que você gostaria de conhecer.
Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer.
Se alguém lhe perguntasse como ele estava, a resposta seria logo:
"Ah.. Se melhorar, estraga".
Ele era um gerente especial em um restaurante, pois seus garçons o seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes. Ele era um motivador nato.
Se um colaborador estava tendo um dia ruim, Lucas estava sempre dizendo como ver o lado positivo da situação.
Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia lhe perguntei:
"Você não pode ser uma pessoa positiva todo o tempo".
"Como faz isso" ?
Ele me respondeu:
"A cada manhã, ao acordar, digo para mim mesmo":
"Lucas, você tem duas escolhas hoje:
Pode ficar de bom humor ou de mau humor.
Eu escolho ficar de bom humor".
Cada vez que algo ruim acontece, posso escolher bancar a vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido.
Eu escolho aprender algo.
Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida.
Certo, mas não é fácil - argumentei.
É fácil sim, disse-me Lucas.
A vida é feita de escolhas.
Quando você examina a fundo, toda situação sempre oferece escolha.
Você escolhe como reagir às situações.
Você escolhe como as pessoas afetarão o seu humor.
É sua a escolha de como viver sua vida.
Eu pensei sobre o que o Lucas disse e sempre lembrava dele quando fazia uma escolha.
Anos mais tarde, soube que Lucas um dia cometera um erro, deixando a porta de serviço aberta pela manhã.
Foi rendido por assaltantes.
Dominado, e enquanto tentava abrir o cofre, sua mão tremendo pelo nervosismo, desfez a combinação do segredo.
Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele.
Por sorte foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital.
Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo teve alta ainda com fragmentos de balas alojadas em seu corpo.
Encontrei Lucas mais ou menos por acaso.
Quando lhe perguntei como estava, respondeu:
"Se melhorar, estraga".
Contou-me o que havia acontecido perguntando:
"Quer ver minhas cicatrizes"?
Recusei ver seus ferimentos, mas perguntei-lhe o que havia passado em sua mente na ocasião do assalto.
A primeira coisa que pensei foi que deveria ter trancado a porta de trás, respondeu.
Então, deitado no chão, ensangüentado, lembrei que tinha duas escolhas:
"Poderia viver ou morrer".
"Escolhi viver"!
Você não estava com medo? Perguntei.
"Os para-médicos foram ótimos".
“Eles me diziam que tudo ia dar certo e que ia ficar bom".
"Mas quando entrei na sala de emergência e vi a expressão dos médicos e enfermeiras fiquei apavorado".
Em seus lábios eu lia:
"Esse aí já era".
Decidi então que tinha que fazer algo.
O que fez ? Perguntei.
Bem. Havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas.
Perguntou-me se eu era alérgico a alguma coisa.
Eu respondi: "sim".
Todos pararam para ouvir a minha resposta.
Tomei fôlego e gritei; "Sou alérgico a balas"!
Entre risadas lhes disse:
“Eu estou escolhendo viver, operem-me como um ser vivo, não como um morto".
Lucas sobreviveu graças à persistência dos médicos..., mas sua atitude é que os fez agir dessa maneira.
E com isso, aprendi que todos os dias, não importam como eles sejam, temos sempre a opção de viver plenamente.

Afinal de contas,

“O SEGREDO É TER ATITUDE".

Material recebido por e-mail sem identificação do autor

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Bom conteúdo e público direcionado garantem sucesso em redes sociais


Criar conteúdo estratégico para determinado público-alvo pode ser mais importante do que ter uma grande quantidade de fãs na web

É cada vez maior a presença das marcas nas redes sociais e esta realidade tem levado a uma ampla discussão sobre qual tipo de atuação definiria, de fato, o sucesso ou o fracasso da comunicação realizada nessas novas mídias.

Dados do SocialBakers apontam as cinco marcas com o maior número de fãs no Facebook, evidenciando a forte presença das marcas na rede e no mercado brasileiro. Veja o ranking e números:

1. Guaraná Antártica: 3.304.409
2. Skol: 2.599.118
3. L’Oréal Paris Brasil: 2.140.960
4. Hotel Urbano: 1.407.095
5. Brahma: 1.350.196

Para Eden Wiedemann, gerente de conteúdo e mídias sociais na F.biz, o que as empresas do ranking têm em comum é o fato de serem grandes marcas que já possuem há algum tempo relação online e offline com o público. Porém, não é o grande número de fãs que define o sucesso de uma marca nas redes sociais.

“É preciso, antes de tudo, pensar nos objetivos que se pretende atingir, oferecendo um conteúdo útil para as pessoas certas. Quando eu falo com um milhão de pessoas e só preciso falar com 50 mil eu aumento meu custo de manutenção”, alerta.

Priorizar a audiência e não a eficiência é uma cultura que as empresas brasileiras ainda trazem como resquício os moldes da comunicação na velha mídia para a comunicação online.

“É uma visão completamente ‘IBOPE’. Muitas empresas têm ampla presença digital, mas ainda não sabem o que construir com isso. O resultado é uma comunicação ineficiente, pois oferece um conteúdo irrelevante para o público errado”, explica ele.

O enorme número de fãs presentes nas fanpages também é resultado de um hábito trazido outrora pelo Orkut, em que as pessoas ingressavam em comunidades que descrevia um pouco de sua personalidade.

No Facebook, mesmo sem ser esse o objetivo, ainda é um sentimento que muitas pessoas têm ao curtir as páginas. Portanto, o mais difícil não é fazer a pessoa virar fã, mas fazer este fã interagir com o conteúdo gerado pela página.

“Tem o perfil que ‘curte’ tudo com que se identifica. Para esse, é preciso oferecer um conteúdo que agregue valor a sua vida, de uma forma estratégica”, afirma Wiedemann, explicando que o ideal é achar um meio termo entre o que o público quer ouvir e o que a empresa tem a falar.

O passarinho vendedor

Muitas marcas conseguem alinhar suas estratégias à dinâmica do microblog twitter, realizando ações de sucesso entre seus “seguidores”. No ano passado, por exemplo, a Tecnisa conquistou o feito de realizar a primeira venda de um apartamento pelo canal no mercado brasileiro.

A página da empresa, que existe desde fevereiro de 2008, lançou uma promoção exclusiva para as redes sociais, oferecendo 2 mil reais em vale-compras e armários planejados para quem comprasse um imóvel por meio do canal. Foram 27 solicitações de interesse até o fechamento da primeira compra que gerou 140 comentários pelo canal, em 24 horas.

“Esta conquista inédita fortalece nossa estratégia de divulgação online dos imóveis. Afinal, conseguimos um excelente resultado com baixo investimento”, afirmou na época Romeo Bussarello, diretor de marketing da Tecnisa, para o jornal Valor Econômico.

Na avaliação do diretor, as ações promocionais aplicadas nas redes sociais podem ser ferramentas valiosas quando aplicadas com inteligência, uma vez que as marcas não faziam parte do dia a dia das pessoas e as promoções oferecidas via Facebook e Twitter tornam-se eficientes para tirar o comprador da inércia, estimulando a interação empresa-cliente.

“A maioria vai estar interessada somente em um prêmio? Sim, mas sempre fica um residual realmente interessado em interagir com a marca que pode ser trabalhado de forma inteligente”, conclui.

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País tira 10 milhões da pobreza


Pela primeira vez a classe E, a base da pirâmide social, representa menos de 1% dos 49 milhões de domicílios existentes no País. Isso significa que o número de brasileiros em situação de pobreza extrema teve uma drástica redução nos últimos dez anos, conforme apontam duas pesquisas de consultorias que usaram metodologias distintas. Em números exatos: 404,9 mil ou 0,8% dos lares são hoje de classe E, segundo os cálculos do estudo IPC-Maps, feito pela IPC Marketing, consultoria especializada em avaliar o potencial de consumo. Em 1998, a classe E reunia 13% dos domicílios, indica o estudo baseado em dados do IBGE.

Marcos Pazzini, responsável pelo estudo, explica que os dados são atualizados segundo um modelo desenvolvido pela consultoria, que leva em conta a pesquisa do Ibope Mídia sobre a distribuição socioeconômica dos domicílios, projeções de crescimento da população e da economia, entre outros indicadores. Os lares são classificados segundo o Critério Brasil, da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa (Abep), que leva em conta a posse de bens e o nível de escolaridade do chefe da família.

O Instituto Data Popular, especializado em baixa renda, vai na mesma direção. Em 2001, a classe E era 10% da população (17,3 milhões) e, em 2011, tinha caído para 3,6% ou 7 milhões, segundo o estudo que divide a população pela renda mensal per capita - R$ 79 para a classe E. "Não dá para dizer que acabaram os pobres, mas diminuíram muito, e a condição social deles melhorou porque tiveram acesso a vários bens de consumo, o que antes era praticamente impossível", afirma Pazzini.

Segundo o sócio diretor do Data Popular, Renato Meirelles, a tendência das pesquisas é a mesma: uma forte redução do contingente de pobres. "Em dez anos, foram 10 milhões de pessoas a menos na classe E", observa, ponderando que a divergência entre a ordem de grandeza dos resultados pode ser decorrente do fato de muitas pessoas da classe E não terem domicílio. Mobilidade. As participações das classes E e D na estrutura social encolheram por causa da forte migração que houve entre 1998 e 2011. A fatia dos domicílios de classe D caiu quase pela metade no período, de 33,6% para 15,1%. Já os estratos C e B cresceram. Em 1998, 17,8% dos domicílios eram da classe B e, em 2011, representavam 30,6%. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Dilma durante o anúncio do pacto da região Centro-Oeste para o Plano Brasil sem Miséria (Foto: Agência Brasil)

Vale a pena ver de novo.


Rui Barbosa

Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal.
Foi averiguar e constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação. Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus patos, disse-lhe:
- Oh, bucéfalo anácrono!!!...Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica, bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.
E o ladrão, confuso, diz:
- Dotô, rezumino... eu levo ou dêxo os pato???...

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Intraempreendedorismo: você já fez algo diferente hoje?


Empresas motivam funcionários a explorar novas possibilidades e ganham em inovação e novos produtos

O cumprimento de metas e a organização do trabalho por meio de tarefas estão presentes atualmente em quase toda a economia. Porém, existem companhias que querem de seus funcionários mais do que a execução de funções designadas – querem que eles pensem à frente.

Para essas empresas, o intraempreendedorismo é um conceito presente no cotidiano. Ele reflete em motivação para que os funcionários pensem e argumentem a respeito de novas possibilidades, bem como avalia positivamente e recompensa àqueles que assumem uma postura criativa.

O termo “intrapreneur” teria sido primeiramente utilizado pelos consultores canadenses Gifford e Elizabeth Pinchot, em 1978, para designar os executivos que, nas empresas, assumiam o papel de agentes de mudanças e promotores da criatividade e inovação.

Lucrando com boas ideias

O conceito ganhou força há cerca de 20 anos, mas empresas já utilizavam métodos para acolher e aprimorar invenções e boas ideias de funcionários, com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento de produtos e métodos de gestão.

Um exemplo de postura intraempreendedora é a *3M, empresa que abraça a filosofia e incentiva seus colaboradores a despender 15% de seu horário de trabalho na dedicação a projetos pessoais, os quais eventualmente culminam em novos produtos ou técnicas que passam a ser desenvolvidos pela empresa. A empresa afirma adotar tal política desde a década de 1940.

“Isso foi institucionalizado pela empresa há quase 70 anos, mas faz parte da cultura da companhia desde a invenção da fita crepe”, conta Luiz Eduardo Serafim, gerente de marketing corporativo da 3M do Brasil.

A história da fita crepe, para Serafim, é um bom exemplo de como nasceu na empresa a ideia de cultivar em seus colaboradores o desejo de fazer diferente. A fita crepe foi inventada em 1923, quando um funcionário do laboratório do grupo foi escalado para ajudar a melhorar a produção de lixas da companhia. Avaliando os processos, o funcionário acabou pensando na possibilidade de produzir fitas adesivas. “Até então a empresa, que nasceu em 1902, só produzia lixas”, conta o executivo.

Autonomia e respeito às ideias

Serafim explica que não existe uma ciência exata para definir as características de um profissional potencialmente empreendedor. “Tentamos identificar esse perfil pelas dinâmicas impostas no processo de seleção, procurando no candidato características como visão de crescimento, facilidade em questionar as coisas e gosto por pensar de maneira diferente”, explica ele.

Alguns setores da empresa acabam atraindo profissionais empreendedores com maior facilidade, como é o caso dos departamentos comercial e de marketing, além de setores de caráter mais técnico. “Já setores mais operacionais e burocráticos acabam priorizando outras características na hora de escolher seus profissionais”, diz Serafim.

De acordo com o executivo, incentivar seus funcionários a delegar tarefas e encorajá-los a ter ideias ouvindo-as e avaliando sua pertinência é o que mantém o time sempre pronto para inovar. “Aqui na 3M as pessoas são motivadas a não se acomodarem em suas posições na corporação e pensarem além de seus cargos”, afirma.

O executivo não detalha, mas garante que as boas ideias são recompensadas e compartilhadas internamente. De acordo com Serafim, o reconhecimento de iniciativas inovadoras é, no final das contas, um grande diferencial do grupo, que remonta aos primórdios de sua fundação, na primeira metade do século XX.

*A 3M participou da Estação do Conhecimento “Inovação” durante a ExpoManagement 2011

site da imagem: BR5 Inovação e Criatividade

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ExpoManagement 2011: Resiliência - Rosabeth Kanter


A consagrada professora de Harvard, Rosabeth Moss Kanter, abordou o tema "Resiliência" em sua palestra no 2o dia do ExpoManagement 2011.

A Resiliência, segundo o Wikipedia, é um conceito psicológico definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse etc. - sem entrar em surto psicológico.

Segundo Rosabeth é justamente a Resiliência uma das características que ajudam equipes e empresas a serem vencedoras. De seus longos estudos sobre empresas, trabalho de consultoria, docência, e mais de 15 livros, a profa. Kanter listou-nos 5 lições sobre porque algumas equipes são vitoriosas e outras derrotadas. E usou a alegoria dos esportes para melhor ilustrar. As 5 lições são:

1. Vencer é melhor que Perder
Óbvio, mas ela explicou mais: além da vitória em si, o sentimento psicológico de ser uma equipe vencedora abre caminho para mais vitórias no futuro. Ao passo que perder consistentemente acaba minando totalmente qualquer possibilidade de vitória. Os membros do time se "acostumam" com a derrota e se "contentam" com isso, bloqueando qualquer iniciativa de tentarem ser melhores. Por isso toda e qualquer pequena vitória é importante. Não pelo lado da soberba, mas pelo sentimento de CAPACIDADE de vencer mediante esforço. É sempre mais fácil ter autocrítica quando se vence do que quando se perde. No fracasso pode virar caça às bruxas e sempre tendemos a sermos defensivos.
Portanto vencer sempre é melhor que perder porque gera melhores comportamentos na equipe.
Além disso, disse Rosabeth, os Vencedores sempre são convidados para as melhores festas. J
Ela se refere à capacidade da vitória atrair outras pessoas vitoriosas, um networking e coaching virtuosos.

2. Vencer pode ser meio chato
Como assim? Veja: tem o lado chato da preparação. Vale a velha sabedoria do "quanto mais eu treino, parece que mais sorte eu tenho".
Além disso pode trazer autocomplacência e depois soberba e negligência. Veja os EUA: quem diria que a economia americana fosse a um colapso com o de 2008. Excesso de confiança.
Como alguns técnicos de esportes dizem: "uma vitória por vez, um jogo por vez".
Vencedores, diferente dos perdedores, sempre treinam, sempre ensaiam, sempre estudam antes. Ensaiam até o que fazer se as coisas não sairem "como ensaiado", um plano-B, uma fuga alternativa. Os vencedores são sempre responsabilizáveis (accountable) por seus atos.

3. Não é o Talento em si, mas do Time como um todo
Mesmo times perdedores tem suas Estrelas. Alías, aqui no Brasil a gente sabe muito bem como é isso. Tá cheio de "estrelinha" ai jogando "sozinho" e afundando o time por isso.
Times vencedores não tem Estrelas, mas a cultura do coaching.
Algumas empresas tem, entre seus executivos mais antigos, às vezes já aposentados, um CCO - Chief Culture Officer, responsável por replicar a cultura da empresa e dar coaching aos coaches. Um senso comum, de "o que é o Sucesso" na empresa precisa ficar evidente.

4. Vencedores pensam "pequeno" da mesma forma que pensam "grande"
As grandes vitórias são feitas da soma das pequenas.

5. Vencedores administram a derrota melhor
Eles sabem driblar bem a famosa "Lei de Kanter": "tudo pode parecer fracassar... quando se ainda está no meio do caminho". Depois da euforia inicial de qualquer projeto, quando vem a primeira dificuldade, todos tendem a entregarem-se e desistir. Equipes vitoriosas, aprenderam a Resiliência e não se entregam à Lei de Kanter.

Mais informações no twitter da professora: @RosabethKanter

ExpoManagement 2011: Desafios do Mercado de Consumo - Tarek Farahat


O egipcio Tarek Farahat, presidente da Procter & Gamble do Brasil desde 2006, falou um pouco da sua experiência com os Desafios do Mercado de Consumo em um ambiente mundial multicultural.
Um presidente egípcio de uma empresa norte-americana, com passagens por países árabes, europeus e latino-americanos, atuando em um país tão atípico enquanto mercado como o Brasil é um perfeito exemplo de como a economia e os negócios globais tentam enfrentar o desafio da multiculturalidade: com humildade e colaboração.
A P&G (Procter & Gamble) é o maior anunciante mundial, mas a marca-mãe não é tão conhecida como suas marcas-filhas, como a Gillette, Koleston e Pampers, apenas para citar algumas, que são "top-of-mind" em suas categorias. E a gestão de tantas marcas se baseia na estratégia de entender o consumidor local, independente das tendências mundiais. A Cultura local precisa ser entendida, respeitada e absorvida pela Empresa que vém de fora. A gestão de produto, segundo Farahat, não é no escritório, e sim no ponto-de-venda, pois lá estão os negócios.

Farahat contou algumas estatísticas brasileiras interessantes que tem ligação com seus produtos:

. As Brasileiras tingem mais os cabelos que Americanas e Mexicanas;
. As Brasileiras usam duas vezes mais condicionador que as Americanas, 10x mais que as Russas e 20x mais que as Chinesas;

Que os cuidados com higiene estética pessoal no Brasil são maiores que em muitos lugares não é novidade, mas não tinha (ao menos eu) noção dessa proporção. Tarek enfatizou que aprendeu que o brasileiro é um povo apaixonado (e higiênico diria eu).
Por outro lado, fazer negócios no Brasil não é assim tão fácil mesmo com tanta demanda potencial para seus produtos. O Brasil é o único País que demanda das Empresas um conhecimento fiscal muito amplo. Depto Fiscal tão grande quanto o de Marketing é igual jaboticaba: só tem no Brasil.

Produtos mundiais muitas vezes precisam ser adatados ao gosto e perfil local.
Tarek contou também o caso das fraldas. Em países emergentes e mesmo mais pobres, a primeira impressão é que o tema preço é o mais importante. E que baixando custo, tirando-se alguma qualidade, poderia se chegar a um preço competitivo. Porém pesquisando esses mercados e querendo entender o consumidor, a P&G descobriu que mais que apenas o preço baixo, os consumidores de poder aquisitivo mais limitado buscam fraldas com MAIOR capaciade de absorção. Razão: nas famílias de baixo poder aquisitivo muitas vezes o bebês dividem a cama com o pais. Uma fralda que não vasa, não só garante um noite de sono tranquilo ao bebê, mas também aos pais, que precisam estar descançados para o dia de trabalho no dia seguinte. Se a fralda vasar, não tem preço barato que garanta a demanda.


A P&G tem como prática usar mais de uma agência de Marketing para cada uma de suas marcas. Prefere especializar por tipo de marketing. Não existe, segundo ele, hoje nenhuma agência que domine todo o leque de atuação do Marketing, todas as mídias com maestria. Melhor usar agencias especializadas em cada área.


Tarek citou Philip Kotler: "Hoje 50% do investimento em Marketing vai pro lixo.... duro é saber QUAL das duas metades."


Durante a crise de 2008, Tarek pôs muito em prática uma das principais lições que aprendeu logo que chegou aqui: "Não quero ouvir 'veja bem' " e não deixou que a crise pudesse ser desculpa para qualquer iniciativa de crescimento. O tempo provou que ele estava certo.


Para se aprender os gostos e nuances locais, é preciso que os executivos globais sejam humildes. Quem é humilde, APRENDE. E quem aprende, CONTRIBUI. Toda inovação precisa ter um PROPÓSITO, uma contrinução relevante.


Segundo Tarek, a principal lição que leva do Brasil é a Tolerância.

Guy Kawasaki: clientes não podem lhe dizer como inovar


A criação de produtos inovadores é a essência do sucesso de muitos negócios. Um dos mais renomados especialistas na área de tecnologia e marketing, Guy Kawasaki, participou da HSM ExpoManagement 2011 para falar sobre o tema. Além de comentar a experiência de diversas empresas no campo da inovação, Kawasaki também citou episódios de sua passagem pela Apple, no período em que atuou como evangelista tecnológico da empresa.

A premissa de uma empresa que quer se destacar na área de inovação é a busca por um significado para seu negócio. “Algumas empresas direcionam o seu foco apenas em ganhar dinheiro e, com o tempo, esse tipo de negócio acaba fracassando. Os empresários deveriam se preocupar em fazer algo que vá mudar o mundo, e o sucesso financeiro certamente seria uma das consequências”, disse o norte-americano.

Kawasaki também sugeriu que a missão adotada pelas empresas, como política que norteia as decisões institucionais, fosse substituída por um mantra, bem mais curto e objetivo, que sintetize o objetivo da empresa. “Missões são longas demais, os funcionários não se lembram e pouca gente realmente dá importância a elas. Por isso eu sugiro substituir a missão da empresa por um mantra, de três ou quatro palavras. Algo bem curto, que explique a essência da empresa. São palavras muito poderosas.”

Outro ponto destacado por Kawasaki é que novos produtos não devem se limitar a trazer pequenos aprimoramentos. É preciso “saltar para a próxima curva”, ou seja, buscar algo que se insira no próximo estágio de evolução do produto, legitimamente inovador naquela área. “Quando criamos o Macintosh, ele não era um Apple II melhorado. Ele estava um nível bem acima de tudo que existia no mercado.”
Numa referência à palavra inglesa dicee, acrônimo de deep, inteligent, complete, empowering e elegant (do inglês, profundo, inteligente, completo, que atribui poder e elegância), Kawasaki descreveu atributos que um produto inovador deve ter de maneira a atrair os consumidores.

O norte-americano explicou que é natural que produtos inovadores muitas vezes tenham defeitos. “As pessoas aceitarão as imperfeições de seu produto se ele for verdadeiramente inovador e estiver na versão 1.0. É claro que você deve procurar cuidar de sua qualidade, mas não fique esperando ele se tornar um produto perfeito para só depois lançá-lo. Não tenha medo de ser tosco”. Para Kawasaki, os produtos inovadores podem ser aprimorados em versões posteriores, com a ajuda dos clientes.

Apesar de acreditar na importância do feedback dos clientes, Kawasaki acredita que esse processo não está inserido na concepção inovadora. “Algo que aprendi trabalhando ao lado de Steve Jobs é que clientes não podem lhe dizer como inovar. A criação de algo verdadeiramente novo só depende de você. A opinião dos clientes só pode servir para aprimorar o que já existe.”

Kawasaki concluiu sua apresentação lembrando que as ideias inovadoras enfrentam opositores com muita frequência. “Não deixe que patetas incompetentes desmotivem você”, disse o norte-americano. “Se alguém lhe diz que você vai fracassar, isso não significa que você vai vencer. No entanto, se você desanimar e nem mesmo tentar levar sua ideia adiante, aí sim certamente você estará fracassado.”

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Mais um ano


Por Alfredo Moreno
Está chegando mais um final de ano. É chegado o momento de reflexão do ano que finda e de projetar o próximo. Muitas pessoas pensam nos planos da empresa como prioridade, outros esquecem as oportunidades de escolher uma vida melhor. As oportunidades empresariais não quer dizer que todos as aproveitarão. Temos que trilhar caminhos árduos e construir alicerce que nos dêem sustentação para o almejado objetivo de vida e o sonho de prosperar.Mas afinal, o que é que queremos ter na vida? Sucesso? Isso é muito pessoal, senão vejamos: muitos acham que a riqueza material e a posse de muito dinheiro são sinais de sucesso. Para outros, é possuir uma família de verdade, ter muitas amizades, viver feliz. Acredito que cada um tenha sua própria resposta. Como construir um caminho que nos leve onde sempre imaginamos que devemos chegar? Como descobrir o que realmente necessitamos para enfrentar mais um ano que se aproxima? Procure sempre. Invista no conhecimento, procure ouvir mais os outros, aprenda mais com os outros, tenha mais paciência que os outros, ame mais que os outros, trabalhe o suficiente e procure sonhar muito grande, pois ocupamos muito espaço sonhando pequeno.Tudo que fizeres pensando no futuro, pense naquilo que faz sentido para ti. Abra as portas, as janelas e aproveite as oportunidades desse próximo ano.Que o ano de 2011 seja mais um passo para a conquista de novos horizontes, repleto de muita saúde, paz, amor, felicidade e prosperidade. Alfredo Moreno
O artigo acima escrevi em janeiro de 2011.
Hoje li e pensei. Será que realmente mudou alguma coisa na vida que a gente leva? Será que amadurecemos com erros e acertos, ou continuamos com as mesmas problemáticas? As pessoas passaram a viver melhores, tivemos mais coisas boas do que ruins? Lembramos-nos mais do que foi bom e continua sendo ou do que foi ruim e vai continuar sendo? Será que não estamos repetindo os mesmos pedidos de 2010 para 2011 e agora para 2012? O que mudou afinal? Em que melhorei? Em que piorei? O que preciso mudar? O que devemos fazer? Vivi ou sobrevivi?
As mudanças nas pessoas já são tantas que elas não se dão conta de que não mudam, simplesmente fazem. Passaram a viver do imaginário sem se importar com o real, talvez por não serem mais reais. Será que sonhar é o suficiente? Passamos a ter mais responsabilidades, construímos dentro de nós barreiras fazendo com que fiquemos mais longe dos nossos sonhos. Você já parou prá pensar que a grande maioria vive onde não quer viver, mora onde não quer morar, trabalha onde não quer trabalhar , faz o que não gosta de fazer, convive muito pouco com quem ama e vive com menos necessitando de mais?
Sonhos, todos nós temos. Que tenhamos fé, que façamos reflexões para realização de um processo de melhoria nas nossas vidas, que tenhamos mais confiança em nós, que acreditemos mais em nós, que tenhamos a convicção que os sonhos podem materializar-se se tivermos ações positivas, palpáveis, compartilhadas e principalmente amor ao próximo.
Um dos sonhos para 2012 é desenvolver meu blog (http://alfredomfilho.blogspot.com) com mensagens que possam ajudar pessoas em suas mais diversas profissões, principalmente nas áreas de vendas, atendimento, desenvolvimento pessoal, administração e marketing, com um foco diferente.
Que o ano de 2012 seja mais um passo para a conquista de novos horizontes, repleto de muita saúde, paz, amor, felicidade e prosperidade.

“No que diz respeito ao desempenho, ao compromisso, ao esforço, à dedicação, não existe meio termo. Ou você faz uma coisa bem-feita ou não faz.”
Ayrton Senna